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Artigos e notícias sobre o segmento de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos industriais e de saúde. Confira aqui!

Como gerenciar resíduos de hospitais e clínicas médicas?

Quase toda a cidade do Brasil tem um hospital ou um centro de serviços de saúde.  De acordo com um levantamento realizado pela Folha de São Paulo, são mais de 6 mil hospitais espalhados pelos país. Diante de uma demanda tão alta e de tantas unidades, torna-se de suma importância pensar no gerenciamento e na destinação correta dos Resíduos de serviços de saúde.

O que são resíduos de serviços de saúde (RSS)?

Todo e qualquer material descartável produzido em hospitais, ambulatórios, postos de saúde e centros médicos são considerados resíduos de serviços de saúde. Agulhas, seringas, gazes, bandagens, algodões, órgãos e tecidos removidos, meios de culturas, animais usados em testes, sangue coagulado, luvas descartáveis, filmes radiológicos, entre outros milhares devem ter uma atenção especial das unidades.

Para a Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa) e também para o Conama os Resíduos de hospitais podem ser subdivididos em três classes especiais. A classificação acontece com as características físico-químicas de cada item. Os resíduos provenientes de hospitais podem ser classificados como:

Infectantes – Classe A:

Se encaixam nesta categoria culturas, vacinas vencidas, sangue e hemoderivados, perfurocortantes, fluidos orgânicos, tecidos e órgão, dentre outros.

Especiais – Classe B:

Se adequam como resíduos especiais rejeitos radioativos, resíduos farmacêuticos e resíduos químicos.

Comuns – Classe C:

São aqueles provenientes de áreas administrativas, limpezas de locais entre outros.

 

Como fazer o gerenciamento correto de Resíduos de Serviços de Saúde?

A questão é a principal para que os hospitais operem dentro das leis e sem oferecer risco de contaminação tanto para a vida humana quanto para o meio ambiente. A Resolução RDC nº 306 da ANVISA estabelece algumas regras que o hospital deve ter para o gerenciamento correto dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) da unidade.

Todo gerador deve elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS, baseado nas características dos resíduos gerados e na classificação.

O PGRSS deve ser compatível com as normas locais relativas à coleta, transporte e disposição final dos resíduos gerados nos serviços de saúde, estabelecidas pelos órgãos locais responsáveis por estas etapas.

Manejo 

O manejo dos RSS é entendido como a ação de gerenciar os resíduos em seus aspectos, desde a geração até a disposição final.

 

Identificação

É conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações ao correto manejo dos RSS.

 

Segregação 

Consiste na separação dos resíduos no momento e local de sua geração, segundo as características físicas, químicas, biológicas, o seu estado físico e os riscos envolvidos.

 

Acondicionamento 

Consiste no ato de embalar os resíduos segregados, em sacos ou recipientes que evitem vazamentos e resistam às ações de punctura e ruptura. A capacidade dos recipientes de acondicionamento deve ser compatível com a geração diária de cada tipo de resíduo.

 

Coleta e transporte 

É importante para a remoção dos RSS do abrigo de resíduos (armazenamento externo) até a unidade de tratamento ou disposição final, utilizando-se técnicas que garantam a preservação das condições de acondicionamento e a integridade dos trabalhadores, da população e do meio ambiente, devendo estar de acordo com as orientações dos órgãos de limpeza urbana.

Qual a importância de uma empresa no gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde?

Uma empresa responsável pode elaborar corretamente um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde de acordo com as leis. A Pró-Ambiental atua há mais de 15 anos no mercado e possui o melhores equipamentos e profissionais para fazer desde a identificação do resíduo até o seu descarte correto.

Precisa de realizar o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde? Fale agora mesmo com a Pró-Ambiental! Clique aqui e envie a sua mensagem. 

 

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3 passos essenciais para o gerenciamento de resíduos de farmácias de manipulação

Em quase todas as cidades do país existem farmácias de manipulação. O segmento é uma opção para a compra de medicamentos e outros. O estabelecimento prepara ou manipula fórmulas de medicamentos magistrais e oficinais, fitoterápicos e suplementos alimentares, além de comercializar uma série de outros produtos.

Diante da grande produção de remédios e diversos outros produtos, as farmácias de manipulação também geram uma grande quantidade de resíduos que oferecem riscos tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente.

 

Resíduos gerados por farmácias de manipulação:

– Luvas

– Toucas

– Produtos químicos

– Refugo de medicamentos

– Embalagens de plástico

– Insumos para manipulação de medicamentos

– Utensílios para limpeza

– Papel

– Equipamentos obsoletos, dentre outros.

 

Órgãos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) estabelece regras para que o gerenciamento de resíduos de farmácias de manipulação, seja realizado de forma correta. A ANVISA reitera que a gestão inadequada de resíduos é um crime ambiental que pode comprometer recursos naturais e a qualidade de vida das pessoas.

A Farmácia de manipulação que não cumprir as regras de gerenciamento, poderá responder criminalmente sofrendo punição administrativa, penal e civil.

Conforme a RDC nº 306/2004 os resíduos provenientes de farmácia de manipulação são classificados como resíduos sólidos de Serviços de saúde (RSS) e podem ser químicos, comuns e perfurocortantes.

Para que o manejo e o gerenciamento desse tipo de resíduo sejam realizados corretamente é necessário seguir um passo-a-passo.

 

Confira:

Segregação

É um dos passos mais importantes para o Plano de gerenciamento de resíduos. Deve ser realizada no local onde acontece a geração de resíduos e também deve ser levada em consideração as características do mesmo.

É importante também observar a compatibilidade química dos resíduos gerados em farmácias de manipulação. Para que assim acidentes sejam evitados.

Acondicionamento

Dentro de uma farmácia de manipulação são produzidos inúmeros tipos de resíduos pertencentes a diferentes classes.  O acondicionamento nada mais é do que embalar os resíduos já segregados em sacos ou recipientes.

Segundo as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, os recipientes utilizados para a segregação de resíduos de farmácia de manipulação devem ser compatíveis com a geração diária. Também devem ser constituídos do material necessário para cada tipo de resíduo, minimizando assim os riscos de acidentes.

Identificação

A prática permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos recipientes. Os resíduos devem ser identificados através da utilização de: Símbolos, cores, frases e outros fatores que favorecem o reconhecimento do produto.

Além disso é de suma importância realizar um transporte, armazenamento, tratamento, coleta e a disposição final adequada do resíduo.

A Pró-Ambiental é uma empresa especialista e certificada para realizar de forma adequada todas as etapas descritas acima. Possui profissionais treinados e equipamentos de qualidade.

Precisa gerenciar o resíduo da sua farmácia de manipulação? Entre em contato com a Pró-Ambiental e solicite seu orçamento.

(35) 3826-9038 / 3826-9048 / 9 9127-0383 ou pelo e-mail proambiental@proambientaltecnologia.com.br.

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Como gerenciar resíduos de faculdades da área de saúde?

Já parou para pensar a quantidade de resíduos de serviços de saúde cursos de graduação da área de saúde produzem? Agulhas, gazes, algodões, seringas dentre outros objetos possuem um alto risco de contaminação. Por isso, devem ser manejados, gerenciados e descartados de forma a minimizar os riscos de contaminação do meio ambiente e da saúde humana.

Este tipo de resíduo, produzidos pelas Faculdades da área de saúde, se encaixam na categoria dos Resíduos em Serviços de Saúde (RSS). Eles são potencialmente infectantes, por isso a universidade que oferece a graduação na área de saúde deve ter um plano de gerenciamento de resíduos de saúde com o intuito de oferecer uma formação adequada com as normas em vigor.

Neste post, a Pró-Ambiental vai apresentar 3 cursos da área de saúde que geram uma grande quantidade de resíduos. É importante salientar que a empresa ainda apresenta soluções eficazes no que diz respeito ao gerenciamento e ao tratamento de resíduos.

Confira:

 

Odontologia

O curso de odontologia é um dos que mais formam profissionais anualmente no Brasil. Números do Conselho Federal de Odontologia apontam que, só em Minas Gerais, existem cerca de 30 faculdades de Odontologia e, no país, formam-se 11 mil dentistas ao ano. Este montante leva a uma alta geração de resíduos sólidos de saúde durante a formação dos alunos.

O curso oferece, desde o seu primeiro período, uma formação prática onde o uso de materiais perfuocortantes e substâncias ricas em metais pesados é alto. O risco de contaminação pelo contato com esses resíduos é elevado, desde o momento da geração, até a coleta e a destinação final.

Faculdades de Odontologia devem estar em acordo com a legislação vigente e sempre gerenciar os resíduos de forma adequada para que estes não causem efeitos adversos para a natureza e também para a saúde humana.

 

Farmácia

O profissional farmacêutico é o responsável por conferir as receitas médicas e também por orientar o paciente quanto a posologia dos medicamentos. Entretanto, a formação, que dura em média 5 anos, exige muito estudo e dedicação do aluno. Durante o curso o discente tem aulas de química, microbiologia, imunologia entre outras tantas que exigem uma prática.

Esta prática gera uma quantidade de resíduos que oferecem riscos à saúde. Medicamentos, resíduos químicos devem ser manejados e descartados de modo a minimizar o risco de acidentes e infecções.

 

Medicina

Lidar diretamente com a saúde humana envolve uma série de riscos. É necessário ter cuidado redobrado com todo o tipo de resíduo, principalmente aqueles que, por exemplo, tiveram contato com secreções de terceiros.

O curso de medicina também exige uma ampla formação prática dos alunos e, por isso, produz uma série de resíduos em serviços de saúde (RSS). Universidades que oferecem o curso devem realizar o manejo e o descarte correto para que o resíduo tenha uma destinação final adequada.

 

Legislação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define através da Resolução da Diretoria Colegiada – RDC  222/18 normas que regem o gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. De acordo com o órgão, a Universidade geradora do Resíduo de Serviço de Saúde é a responsável pela implantação, implementação e monitoramento do Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde – PGRSS.

O plano de gerenciamento deve apontar de descrever todas as ações necessárias e adequadas para o descarte do resíduo, observando sempre as suas características e riscos.

A Anvisa e o Conama ainda dividem estes resíduos em subclasses, visando a segregação e armazenamento correto do produto. Que são elas:

  • Resíduos infectantes (classe A): culturas, vacinas vencidas, sangue e hemoderivados, tecidos, órgãos, perfuro cortantes, animais contaminados, fluídos orgânicos;
  • Resíduos especiais (classe B): rejeitos radioativos, resíduos farmacêuticos e resíduos químicos.
  • 2  Resíduos comuns (classe C): áreas administrativas, limpezas de jardins, etc.

 

Como a Pró-Ambiental pode ajudar a minha Universidade?

A Pró-Ambiental é especialista na coleta, manejo, gerenciamento, transporte e descarte de resíduos sólidos de serviços de saúde.

A empresa é realiza serviços de:

  • Coleta
  • Transporte
  • Armazenamento
  • Incineração
  • Segregação
  • Aterro

 

A sua universidade necessita de uma organização responsável e que possua todas as licenças necessárias para gerenciar este tipo de resíduo? Entre em contato com a Pró-Ambiental!

 (35) 3826-9038 / 3826-9048 / 9 9127-0383 ou pelo e-mail proambiental@proambientaltecnologia.com.br.

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O fazer com os resíduos de clínicas de estética?

O mercado dos tratamentos de estética é um dos que mais movimentam o país. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, o Brasil tem um dos maiores mercados consumidores de beleza e estética no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e a China. Ainda segundo o levantamento, o nicho da estética é um dos que mais crescem e conta hoje com mais de um milhão de profissionais registrados e especializados na área.

Diante de um mercado que movimenta tanto o país, torna-se necessário pensar em questões relacionadas ao tratamento de resíduos de clínicas de estética e beleza.  Neste tipo de resíduo, o risco de transmissão de doenças e infecções é muito maior, uma vez que, os materiais utilizados para os tratamentos têm contato direto com secreções, sangue, pelos, cabelos, unhas, cutículas, entre outros

Portanto, o manejo e gerenciamento adequado deste tipo de resíduo é extremamente necessário para não oferecer riscos de contaminação tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente.

A Clínica estética deve seguir à risca os regulamentos dispostos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). É importante também que a clínica estética esteja em concomitância com as legislações próprias dispostas pelos governos estaduais e municipais.

 

Como identificar os resíduos de clínica estética?

Tratamentos de pele, de cabelos, unhas, para emagrecimento, limpezas dentre tantos outros, produzem resíduos. Estes podem ser categorizados como Resíduos de Serviço de Saúde (RSS). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) os Resíduos de serviços de saúde podem ser subdivididos em cinco grupos diferentes, que são:

  • Grupo A: No primeiro grupo, estão resíduos que possivelmente possuem agentes biológicos, desta maneira, apresentando riscos de causar infecções.
  • Grupo B: Neste grupo de resíduos estão presentes  substâncias químicas que, possivelmente, conferem risco à saúde pública ou ao meio ambiente.
  • Grupo C: Este grupo é constituído por materiais originados de atividades que possuem radionuclídeos em quantidades acima dos limites aceitáveis segundos as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM).
  • Grupo D: O grupo é composto por resíduos que não apresentam risco químico, biológico ou radioativo para seres vivos, muito menos ao meio ambiente, como por exemplo, papel de uso sanitário, fraldas, restos alimentares de paciente, entre outros.
  • Grupo E: Fazem parte deste grupo material perfuro cortantes ou escarificantes.

 

Na área da estética, os resíduos gerados se agrupam em função das suas características e riscos oferecidos tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. Os resíduos de clínicas de estética apresentam fundamental importância nos grupos B e E, onde há risco eminente de contaminação à população e ao meio ambiente.

A Pró-Ambiental atua há mais de 15 anos no tratamento de resíduos e realiza todos os processos de tratamento de resíduos de clínicas de estética, respeitando sempre a legislação em vigência.

Para mais informações sobre nosso trabalho, entre em contato conosco.

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Como evitar a contaminação por Resíduos de Serviços de Saúde?

Você sabe identificar o que são os resíduos de saúde? Sabe também como fazer a separação correta para evitar a contaminação? Os Resíduos de Saúde podem ser considerados todos os rejeitos produzidos por prestadores de serviços médicos, de enfermagem, laboral, odontológico, farmacêutico, veterinário e até por instituições de pesquisa médica que produzem produtos que oferecem um potencial risco à saúde humana e também ao meio ambiente. O manejo inadequado de tais substâncias pode provocar desde infecções hospitalares até catástrofes ambientais.

Conforme dados do IBGE, a produção de resíduos sólidos no Brasil é de 228.413 toneladas/dia. Os resíduos de serviços de saúde respondem, segundo estimativa da Anvisa, por 1% deste total. Calculando estes dados acima, estima-se que os resíduos de serviços de saúde perfazem, no Brasil, uma projeção de produção da ordem de 2.284 toneladas/dia.

É válido ressaltar que a Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estabelece em suas diretrizes que o gerador do resíduo é o responsável pelo gerenciamento dos mesmos, desde a produção até a disposição final. É necessário também que o gerador cumpra com rigor as regras ambientais e de saúde pública fazendo o tratamento específico de acordo com as necessidades de cada categoria.

Classificação dos resíduos de saúde

Os Resíduos de Saúde ainda possuem uma classificação própria que indica o tipo de coleta e a destinação adequada de acordo com o grupo em que o resíduo se adequa. Confira:

Grupo A – São aqueles resíduos que podem apresentar risco de contaminação por meio da presença de agentes biológicos. Como exemplo podemos ter placas e lâminas de laboratório, peças anatômicas (membros), bolsas transfusionais contendo sangue, tecidos, entre outros produtos.

Grupo B – Se adequam a este grupo os resíduos que possuem características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Estes oferecem riscos à saúde pública e também ao meio ambiente. Os resíduos pertencentes a este grupo podem ser medicamentos, reagentes de laboratório, resíduos contendo metais pesados, entre outros.

Grupo C – Os resíduos deste grupo estão relacionados a áreas de serviços de medicina nuclear e também radioterapia. Em sua composição existem radionuclídeos em quantidades consideradas elevadas pelo Conselho Nacional de Energia Nuclear.

Grupo D – Podem ser comparados aos resíduos domiciliares e não apresentam um alto risco biológico, químico ou radiológico à saúde. Sobras de Alimentos, resíduos de áreas administrativas, dentre outros se encaixam neste grupo.

Grupo E – Oferecem risco de contaminação tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. Materiais perfurocortante ou escarificantes, tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, espátulas e outros similares.

 

Como fazer o manejo e o descarte corretamente?

Para tratar os resíduos de saúde de forma correta é necessário existir toda uma logística para que o descarte se adeque às normas. A coleta e o transporte, por exemplo, exigem precaução com o acondicionamento e segurança dos trabalhadores envolvidos, da população e do meio ambiente. Assim também como o descarte e o gerenciamento de forma correta ajudam a sua empresa, a saúde e o meio ambiente.

A Pró-Ambiental Tecnologia oferece todo o serviço de gerenciamento para clínicas médica e hospitais, garantindo, assim, segurança e eficiência. Dessa forma, as leis e normas estipuladas podem ser cumpridas sem preocupações.

 

Quer saber como a Pró Ambiental pode auxiliar a sua empresa?   

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Tratamento de resíduos de clínicas médicas – Veja como a Pró Ambiental pode te ajudar.

Os resíduos de saúde são produzidos em qualquer lugar que presta serviços médicos, tanto para humanos como para animais, hospitais, clínicas, laboratórios e farmácias – que diariamente descartam grande quantidade de materiais contaminados por bactérias, vírus, sangue e substâncias potencialmente perigosas, que podem, inclusive, ser radioativas. Medicamentos vencidos, tecidos, órgãos corporais, instrumentos perfuradores e fluídos corporais são alguns exemplos de resíduos de clínicas médicas.

A exposição e descarte incorreto destes resíduos químicos traz graves riscos à saúde pública e ao meio ambiente. O manejo inadequado de tais substâncias pode provocar desde infecções hospitalares até catástrofes ambientais.

Os resíduos hospitalares são inevitáveis, pois são resultado de ações básicas para a sobrevivência humana e seu descarte é regulamentado e fiscalizado pela ANVISA, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Existem regras fundamentadas por leis que devem ser seguidas, a fim de evitar a contaminação dos profissionais envolvidos em todo o processo e a exposição indesejada dos resíduos.

Clínicas médicas e hospitais devem elaborar políticas de gerenciamento efetivas que sigam as recomendações técnicas e legais específicas para a coleta, transporte e descarte dos resíduos hospitalares.

 

Coleta e transporte

O descarte correto de resíduos de clínicas médicas começa com a coleta, um processo que, de acordo com a ANVISA, exige precaução com o acondicionamento e segurança dos trabalhadores envolvidos, da população e do meio ambiente.
Os resíduos devem ser separados rigorosamente ainda nas clínicas, hospitais ou laboratórios e transportados  obedecendo critérios técnicos, como roteiros previamente decididos e, em casos de desejos de fácil putrefação, sob refrigeração.


Descarte

O descarte dos resíduos de saúde pode ser realizado de diferentes formas. Uma das mais recomendadas é o aterro, que garante a segregação, sem agredir o meio ambiente. Os resíduos são tratados da forma adequada e, então, direcionados ao solo.

Outra forma de descarte muito utilizada é a incineração. No caso de resíduos hospitalares, há significativa redução de risco de danos à natureza e ao homem, pois ao ser incinerado, todo o material é transformado e fica irreconhecível como resíduo.

 

Gerenciamento

A Pró-Ambiental Tecnologia oferece todo o serviço de gerenciamento para clínicas médica e hospitais, garantindo, assim, segurança e eficiência. Dessa forma, as leis e normas estipuladas podem ser cumpridas sem preocupações.

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Tratamento de resíduos de Drogarias – Veja como a Pró Ambiental pode te ajudar

Os resíduos de drogarias ou farmácias podem ser interpretados como um produto residual, não utilizável, resultante de procedimentos ou atividades exercidas por prestadores de serviços de saúde. A Agência nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) dispõe de um plano de Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde que apresenta como os resíduos farmacêuticos e hospitalares devem ser tratados e classificados.

As suas classificações podem ser feitas em cinco grupos diferentes:

Grupo A – São considerados os infectantes ou Biológicos. Contam com a possível presença de agentes biológicos, que podem apresentar riscos de infecção.

Grupo B – Podem ser considerados os resíduos que contém substâncias químicas e que podem apresentar riscos à saúde ou ao meio ambiente. Contém características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.

Se adequam a categoria produtos hormonais, antimicrobianos, citostáticos, antineoplasticos, imunossupressores, digitálicos, imunomoduladores, anti-retrovirais, quando descartados por serviços de saúde, farmácias, drogarias e distribuidores de medicamentos ou apreendidos e os resíduos e insumos farmacêuticos dos medicamentos controlados pela portaria MS 344/98 e suas atualizações.

Também fazem parte do grupo resíduos saneantes, desinfetantes, desinfestantes, reagentes para laboratório, dentre outros.

Grupo C – São quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de isenção especificados nas normas do CNEN e para os quais a reutilização é imprópria ou não prevista. São considerados resíduos radioativos.

Grupo D – Resíduos comuns que não apresentam riscos biológicos, químicos ou radiológicos. Podem ser equiparados aos resíduos domiciliares, como papel de uso sanitário, fralda, resto alimentar, resíduos de áreas administrativas, equipo de soro e similares.

Grupo E – Materiais perfurantes ou escarificantes como lâminas, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, tubos capilares, utensílios de vidro quebrados e similares.

É importante salientar que o responsável técnico da farmácia ou drogaria deve dar o destino correto aos resíduos gerados no seu estabelecimento. Os farmacêuticos devem buscar maiores informações quanto ao manejo e descarte dos resíduos, visando prevenir danos tanto à saúde pública quanto ao meio ambiente.

Como fazer o gerenciamento dos resíduos de saúde?

O gerenciamento dos resíduos de saúde constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento seguro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhadores, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente

O Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde publicado pela Anvisa, determina as regras de gerenciamento de resíduos de farmácias e drogarias. São orientações sobre o manejo, segregação, acondicionamento, identificação, armazenamento, coleta e transporte.

É válido salientar que, para realizar o processo de forma regular e segura, é importante a presença de uma empresa especializada e licenciada pelos órgãos ambientais e de saúde para cumprir com segurança todo o processo.

A Pró Ambiental atua há 15 anos desenvolvendo um sistema seguro de serviços especializados em coleta, transporte, valorização e destinação final de resíduos de saúde. Não sabe como realizar o tratamento do resíduo da sua empresa?

Entre em contato com a Pró-ambiental através do nosso formulário clicando aqui.  

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Resíduos de saúde – Veja como sua empresa deve fazer a separação e a destinação corretas.

Os chamados resíduos de saúde, são originados de hospitais, drogarias, consultórios médicos e odontológicos, laboratórios de análises clínicas, dentre outros estabelecimentos que prestam serviços semelhantes a estes.

É importante o manejo adequado desses resíduos para minimizar os riscos a saúde que as pessoas que os manipulam estão expostas. O procedimento adequado também pode evitar casos de infecções hospitalares.

Além disso, os resíduos de saúde depositados em aterros sanitários levam à poluição dos lençóis freáticos. Cuidar corretamente dos resíduos de saúde é prezar pela qualidade de vida de quem está em contato com eles diariamente e do meio ambiente. Pensando nisso, veja como sua empresa deve fazer a separação e a destinação corretas:

Classificação dos resíduos de saúde

Em 7 de setembro de 2004, entrou em vigor a Resolução da Diretoria Colegiada, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), n° 306, que definiu as classificações dos resíduos de saúde e qual o devido manejo a ser dado para cada grupo.

  • Grupo A: No primeiro grupo, estão resíduos que possivelmente possuem agentes biológicos, desta maneira, apresentando riscos de causar infecções. Divide-se em 5 subgrupos (A1,A2,A3,A4 e A5).
  • Grupo B: Neste grupo de resíduos estão presentes  substâncias químicas que, possivelmente, conferem risco à saúde pública ou ao meio ambiente.
  • Grupo C: Este grupo é constituído por materiais originados de atividades que possuem radionuclídeos em quantidades acima dos limites aceitáveis segundos as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM).
  • Grupo D: O grupo é composto por resíduos que não apresentam risco químico, biológico ou radioativo para seres vivos, muito menos ao meio ambiente, como por exemplo, papel de uso sanitário, fraldas, restos alimentares de paciente, entre outros.
  • Grupo E: Fazem parte deste grupo materiais perfurocortantes ou escarificantes.

Etapas de separação

Dentro das unidades de serviços de saúde, é realizada uma segregação adequada visando à redução do volume de substâncias infectantes. Esse procedimento é de extrema importância para a saúde humana e do meio ambiente. Cada espécie de resíduo exige métodos distintos em seu tratamento e coleta.

A separação dos resíduos de saúde acontece nas seguintes etapas:

  • Segregação: a primeira medida é tomada através da separação dos resíduos no instante e local de sua geração.
  • Acondicionamento: esta etapa consiste em embalar os resíduos segregados em sacos impermeáveis e resistentes, de maneira adequada, segundo suas características físicas, químicas e biológicas.
  • Identificação: feito o acondicionamento, deve-se identificar os resíduos contidos nos recipientes.
  • Armazenamento temporário: Procura agilizar o recolhimento dentro do estabelecimento, acondicionando temporariamente os recipientes próximo ao ponto em que eles foram gerados.
  • Armazenamento externo: Diz respeito à guarda dos recipientes, até que seja realizada a coleta externa.
  • Coleta e transporte externos: Finalmente o recolhimento dos resíduos e o encaminhamento dos mesmos para uma unidade de tratamento e destinação final.

Realizadas todas essas etapas para o descarte dos resíduos, é feito o tratamento das substâncias, através de processos químicos ou físicos para, enfim, o material resultante ser encaminhado a um aterro sanitário com licenciamento ambiental para isso. 

Os serviços de saúde podem optar pela contratação de empresas qualificadas para realizar todos esses processos, e que siga a todas as regras estabelecidas pelos órgãos reguladores. É o caso da Pró-Ambiental, que atua há 15 anos no mercado, realizando todos os processos, da coleta a destinação final de resíduos de saúde e industriais. Além de possuir  Aterro Classe 1, destinado a resíduos perigosos. 

Esperamos que os processos de separação e a destinação tenham ficado claros para você, assim como a importância do tema para a sociedade. Para mais informações sobre nosso trabalho, entre em contato conosco. 

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