Como evitar a contaminação por Resíduos de Serviços de Saúde?

Você sabe identificar o que são os resíduos de saúde? Sabe também como fazer a separação correta para evitar a contaminação? Os Resíduos de Saúde podem ser considerados todos os rejeitos produzidos por prestadores de serviços médicos, de enfermagem, laboral, odontológico, farmacêutico, veterinário e até por instituições de pesquisa médica que produzem produtos que oferecem um potencial risco à saúde humana e também ao meio ambiente. O manejo inadequado de tais substâncias pode provocar desde infecções hospitalares até catástrofes ambientais.

Conforme dados do IBGE, a produção de resíduos sólidos no Brasil é de 228.413 toneladas/dia. Os resíduos de serviços de saúde respondem, segundo estimativa da Anvisa, por 1% deste total. Calculando estes dados acima, estima-se que os resíduos de serviços de saúde perfazem, no Brasil, uma projeção de produção da ordem de 2.284 toneladas/dia.

É válido ressaltar que a Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estabelece em suas diretrizes que o gerador do resíduo é o responsável pelo gerenciamento dos mesmos, desde a produção até a disposição final. É necessário também que o gerador cumpra com rigor as regras ambientais e de saúde pública fazendo o tratamento específico de acordo com as necessidades de cada categoria.

Classificação dos resíduos de saúde

Os Resíduos de Saúde ainda possuem uma classificação própria que indica o tipo de coleta e a destinação adequada de acordo com o grupo em que o resíduo se adequa. Confira:

Grupo A – São aqueles resíduos que podem apresentar risco de contaminação por meio da presença de agentes biológicos. Como exemplo podemos ter placas e lâminas de laboratório, peças anatômicas (membros), bolsas transfusionais contendo sangue, tecidos, entre outros produtos.

Grupo B – Se adequam a este grupo os resíduos que possuem características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade. Estes oferecem riscos à saúde pública e também ao meio ambiente. Os resíduos pertencentes a este grupo podem ser medicamentos, reagentes de laboratório, resíduos contendo metais pesados, entre outros.

Grupo C – Os resíduos deste grupo estão relacionados a áreas de serviços de medicina nuclear e também radioterapia. Em sua composição existem radionuclídeos em quantidades consideradas elevadas pelo Conselho Nacional de Energia Nuclear.

Grupo D – Podem ser comparados aos resíduos domiciliares e não apresentam um alto risco biológico, químico ou radiológico à saúde. Sobras de Alimentos, resíduos de áreas administrativas, dentre outros se encaixam neste grupo.

Grupo E – Oferecem risco de contaminação tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. Materiais perfurocortante ou escarificantes, tais como lâminas de barbear, agulhas, ampolas de vidro, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas, espátulas e outros similares.

 

Como fazer o manejo e o descarte corretamente?

Para tratar os resíduos de saúde de forma correta é necessário existir toda uma logística para que o descarte se adeque às normas. A coleta e o transporte, por exemplo, exigem precaução com o acondicionamento e segurança dos trabalhadores envolvidos, da população e do meio ambiente. Assim também como o descarte e o gerenciamento de forma correta ajudam a sua empresa, a saúde e o meio ambiente.

A Pró-Ambiental Tecnologia oferece todo o serviço de gerenciamento para clínicas médica e hospitais, garantindo, assim, segurança e eficiência. Dessa forma, as leis e normas estipuladas podem ser cumpridas sem preocupações.

 

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