3 formas de fazer corretamente a disposição final de resíduos

Para onde vão os resíduos que são produzidos? No mundo são mais de sete milhões de seres humanos que produzem anualmente quase 1,5 bilhão de toneladas de resíduos considerados sólidos urbanos. A Organização das Nações Unidas (ONU) ainda projeta que daqui a menos de dez anos esse cenário pode quase dobrar de produção, por isso a importância da disposição final de resíduos de forma correta.  

 

Neste número ainda não estão incluídos os resíduos gerados pelas indústrias, por exemplo. Uma grande preocupação da humanidade deve ser o modo em que é feita a disposição final desses. É de suma importância minimizar os riscos de contaminação tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente

 

Qual a importância da disposição final correta dos resíduos?  

 

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) a disposição final adequada é aquela em que os resíduos são dispostos em locais adequados e seguros, como os aterros, por exemplo. Esses devem obedecer às normas técnicas e operacionais específicas, minimizando assim o risco de contaminações e impactos ambientais. 

 

Tipos de disposição final 

 

Diante de tantas especificidades há também os tipos de destinação adequada para cada tipo de resíduos. Conheça algumas a seguir

Compostagem –  Uma das formas mais tradicionais para o gerenciamento de resíduos, a compostagem vem sendo utilizada na sociedade há séculos. A técnica é utilizada principalmente no processo em que envolve matéria orgânica, seja ela originária do meio urbano, industrial, agrícola ou florestal. 

O processo de compostagem parte de uma função natural em um ambiente propício onde os micro-organismos basicamente transformam matéria orgânica em um material rico em nutrientes e fértil para outras situações. 

Incineração – Com a principal finalidade de reduzir o volume de resíduos e o seu potencial de contaminação, a técnica é baseada na decomposição térmica dos produtos. Através da incineração é possível diminuir o volume e o peso do resíduo, além de recuperar a energia dissipada em algum processo anterior. 

 

Aterros – Estes podem ser subdivididos em sanitários ou controlado. Há também o comum cuja a disposição final não é feita de forma adequada. Tanto nos sanitários, quanto nos controlados, há a convergência de processos, cujo o principal foco é a decomposição de resíduos. No aterro sanitário há ainda um maior controle de gases e um recobrimento diário é feito para garantir menos impactos para o meio ambiente.

 

É importante que todos os processos de disposição final de resíduos sejam feitos de forma correta e por uma empresa certificada para realizar os processos. A Pró-Ambiental possui expertise em disposição final de resíduos e em processos de gerenciamentos. Precisou de dispor os resíduos gerados pelo seu estabelecimento de forma correta?  Fale com um especialista da Pró-Ambiental 

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