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Quais empresas são obrigadas a realizar o PGRS?

Se a sua empresa, durante o dia a dia de trabalho, produz algum tipo de resíduo, saiba que muito provavelmente ela deve estar em consonância com as orientações previstas no Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. 

 

Seguir com rigor as leis do PGRS é um atestado de que a empresa consegue gerenciar os resíduos de forma efetiva e, consequentemente, uma maneira de associar a corporação com a imagem de uma empresa que de fato se importa com o meio ambiente. 

 

Nesse artigo, você vai descobrir quais empresas são obrigadas a realizarem a elaboração do PGRS.

 

Mas o que é o PGRS?

Inicialmente, devemos elucidar o papel do PGRS para o meio ambiente. O PGRS (sigla para Plano de Gerenciamento de Resíduos) é um documento que dita não apenas a quantidade de resíduos produzidos, mas também a forma na qual ele será gerenciado. Logo, o PGRS regula desde a segregação, passando pela coleta, armazenamento, transporte, reciclagem e destinação final. 

 

Dessa forma, as empresas que adotarem de maneira comprometida as orientações passadas pelo PGRS, demonstram que estão em dia com o meio ambiente e com o gerenciamento de resíduos produzido diariamente. 

 

A elaboração do PGRS deve ser feita levando em consideração os procedimentos corretos que devem ser tomados na empresa em questão, avaliando os melhores e mais sustentáveis procedimentos para a realidade daquela corporação. Ademais, o documento precisa ser redigido por um responsável técnico habilitado.

 

Quais empresas são obrigadas a realizar o PGRS?

A Lei 12.305 de 2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) determinou no artigo 14 as definições que norteiam as características das organizações que devem seguir o PGRS. 

 

Pela lista, podemos perceber que a grande maioria dos órgãos públicos (sejam municipais, estaduais ou federais) acabam apresentando de alguma forma características que se encaixam no PGRS. 

 

Por fim, a elaboração do PGRS é obrigatório para empresas que apresentem as seguintes características:

  • Empresas que geram resíduos dos serviços públicos de saneamento básico, salvo de resíduos sólidos urbanos domiciliares e de limpeza urbana, originários da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana. 
  • Geradores de resíduos industriais. Ou seja, toda empresa que produza algum tipo de resíduo industrial. 
  • Produtores de resíduos do serviço de saúde. Resíduos presentes em hospitais, clínicas e na indústria farmacêutica. 
  • Geradores de resíduos provenientes da construção civil. Empresas que trabalham com construção, reformas e obras civis de um modo geral. 
  • Empresas que geram resíduos considerados perigosos. Para geradores desse resíduo, mesmo que em pequena escala, deve ser feito um cadastro em órgãos específicos para um melhor acompanhamento. 
  • Geradores de resíduos de transportes. Nesse caso, todas as empresas que trabalham com transportes, sejam marítimas, aéreas ou terrestres, devem realizar o PGRS. 
  • Produtores de resíduos da indústria agropecuária e silviculturas. Frigoríficos, açougue, empresas de processamento de produtos agrícolas estão incluídas nest e grupo.

Sua empresa realiza alguma dessas atividades citadas acima? Sim? Então o PGRS deve ser realizado durante o cotidiano da corporação. Realizar o plano só trará benefícios para você e, antes de qualquer coisa, para o meio ambiente. 

 

Se você precisar de uma empresa especializada no ramo para te auxiliar com o gerenciamento de resíduos, pode contar com a experiência de 15 anos no mercado da Pró-Ambiental! Entre em contato conosco.

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Incineração de resíduos: o que é e quais resíduos podem ser incinerados?

A incineração de resíduos é uma prática extremamente sustentável e que traz uma série de benefícios para o meio ambiente se for realizada de maneira correta e dentro das normas estabelecidas por leis. Além da diminuição de sobras, o processo de incineração de resíduos também pode gerar energia.

 No entanto, não é qualquer produto que pode ser incinerado de forma segura. Existem casos específicos onde a incineração não é recomendada por apresentar uma série de perigos para o meio ambiente e para a saúde pública. 

Pensando nisso, preparamos nesse artigo uma lista pra te informar com clareza sobre o que é a incineração e quais os tipos de resíduos que podem passar pela incineração de maneira segura. 

O que é a incineração de resíduos?

A incineração é uma eficiente forma de tratamento de resíduo. Nela, basicamente, as sobras dos objetos são queimadas dentro de um forno ou de uma usina própria para o processo. A grande essência da incineração está na formação de cinzas inertes resultantes das altas temperaturas. 

Existem duas técnicas principais de incineração: o Mass Burning, onde o resíduo é incinerado em seu estado bruto e sem pré-tratamento, e o Refuse-derived Fuel, que é onde eles são processados anteriormente. 

No entanto, como dito anteriormente, nem todo resíduo pode ser incinerado. Na verdade, os que devem passar pelo processo são os chamados perigosos, os que apresentam risco biológico ou químico. Resíduos de hospitais e de laboratórios, por exemplo, estão neste grupo.

Por que a incineração é tão eficiente?

O principal motivo da eficiência apresentada pelo processo de incineração está na redução do volume total de resíduos que, se descartados na natureza, apresentariam grande risco tanto para o ambiente quanto para o homem. 

Logo, ao incinerar os resíduos de alta periculosidade, as empresas que contam com essas sobras residuais estão dando a eles um processo de destinação final seguro e sem apresentar riscos ambientais e de saúde pública.

Ademais, a incineração também é importante por estar diretamente ligada com a produção de energia, podendo vir a ser uma forma de lucro para a empresa que realiza o processo. E essa produção energética se faz presente pelo processo de queima, que pode resultar em energia térmica e elétrica. 

Quais os resíduos podem ser incinerados? 

Existem dois principais grupos de resíduos que são mais indicados a passarem pelo processo de incineração: os hospitalares e os industriais. 

Os resíduos hospitalares, ou seja, gerados em ambientes como clínicas, necrotérios, hospitais, etc, estão subdivididos em dois grupos, que são: 

  • Grupo A: Os que possuem um grande potencial infectante e agentes biológicos infecciosos que podem ser transmitidos pelo contato. Luvas cirúrgicas usadas, por exemplo, estão presentes no grupo A. 
  •  Grupo B: São os resíduos químicos, ou seja, os que possuem em suas composições substâncias que podem ocasionar doenças. Remédios para tratamento de câncer e substâncias presentes em materiais de raio X são exemplos do grupo B.

 

Por fim, os resíduos de alta periculosidade produzidos em ambientes industriais também devem passar pela incineração. Defensivos agrícolas são exemplos de resíduos industriais que devem ser incinerados. 

A incineração é uma forma de tratamento extremamente eficiente e recomendada para resíduos perigosas. Nesse processo, além de reduzir consideravelmente as sobras produzidas pela empresa. Você também pode estar como consequência produzindo energia térmica e elétrica. 

E é sempre bom lembrar: sua empresa necessita de um serviço de transporte, tratamento e destinação final de resíduos de qualidade? Conte com os 15 anos de experiência no mercado da Pró-Ambiental! 

 

 

 

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Como escolher uma empresa para fazer a gestão dos resíduos do seu negócio?

Especialmente nos anos em que vivemos, pensar em um futuro mais sustentável é de uma importância enorme. Dentro do ramo dos negócios, se certificar de que sua empresa está seguindo uma cartilha de ações benéficas para a natureza, torna-se uma obrigação. 

No entanto, para essa tarefa ser realizada com êxito e sem maiores percalços, a escolha de uma empresa parceira preparada para realizar uma gestão de resíduos eficiente torna-se o diferencial para o sucesso ou fracasso de suas futuras práticas ecologicamente corretas.

Pensando em te auxiliar nesse momento de escolha, separamos neste artigo 4 pontos que te explicam passo por passo como escolher a melhor empresa para auxiliar a gestão de resíduos no seu negócio.

 

Por que preciso de uma empresa para me auxiliar?

Seguindo a legislação brasileira, as empresas são inteiramente responsáveis pela produção dos resíduos provenientes de suas atividades. E como “responsável”, entende-se que é dever da própria companhia se atentar desde a produção do resíduo até o momento de destinação final. 

No entanto, mesmo com o necessário engajamento dos funcionários na adoção de práticas sustentáveis, algumas tarefas podem não ser realizadas da melhor forma pela falta de equipamentos ou até mesmo da expertise necessária que apenas uma empresa especializada pode oferecer.

É nesse cenário que uma boa e confiável empresa de gestão de resíduos se mostra necessária. Ao deixar essas atividades na mão de profissionais,a gestão residual do seu negócio ocorrerá de maneira correta e fluida. 

 

Pesquise sobre os serviços prestados pela empresa

Nesse primeiro momento, o passo a ser tomado é realizar uma pesquisa de mercado, analisando quais empresas apresentam os melhores benefícios e serviços efetivos. 

É recomendável que você visite pessoalmente a sede da empresa, se atentando em aspectos importantes como a infraestrutura apresentada, a prestatividade e proatividade dos funcionários e as formas de tratamento de resíduos lá utilizadas. 

Sabendo com precisão a forma de trabalho da empresa em cada um desses tópicos, você poderá contratar os serviços prestados sem preocupações.

 

Cheque a documentação da empresa

No ramo de coleta e destinação de resíduos, existem alguns documentos específicos que as empresas da área obrigatoriamente devem possuir. 

Verifique se a sua potencial parceira na gestão de resíduos está em dia com o licenciamento ambiental (CETESB) e sanitário (ANVISA), além de conferir se está tudo certo com o alvará. 

Checar a documentação da empresa é uma segurança, afinal, devemos priorizar sempre fechar negócio com parceiras devidamente regulamentadas.

 

Não ignore a experiência da empresa

Por último mas não menos importante, é essencial que você feche parceria com uma empresa que tenha um nome já estabelecido no mercado. 

Os anos de prática e relevância na área te garantirão um resultado final produtivo e totalmente benéfico para o seu negócio, portanto, pesquise sobre a história e a reputação que a empresa conquistou com o decorrer dos anos. 

A Pró-Ambiental tem mais de 15 anos de atuação, prática e excelência. Sendo uma referência no ramo, trabalhamos desde o processo de coleta, passando pelo transporte até a destinação final de resíduos. 

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Você sabe o que são os resíduos perigosos?

Presentes ativamente no nosso dia a dia por meio de baterias, pilhas, remédios vencidos, pneus, cartuchos de tinta, entre outros, os resíduos perigosos necessitam de uma atenção mais do que especial principalmente no momento do descarte. 

Pelo fato de apresentarem compostos químicos pesados, a destinação incorreta desses resíduos pode acarretar em sérios danos ambientais. 

Você sabe o que são os resíduos perigosos? Sabe a melhor forma de realizar a destinação? Continue lendo que te explicaremos passo a passo! 

 

Afinal, o que são resíduos perigosos?

São aqueles classificados pelo Ministério do Meio Ambiente que demonstram um grande risco tanto para a saúde pública ou para a natureza, por conta das suas características materiais químicas.

Tais resíduos podem ser inflamáveis, corrosivos, reativos, tóxicos, patogênicos, cancerígenos, teratogênicos (podem interferir no embrião ou feto) e mutagênicos (pode causar mutações).

São os tipos de materiais que, por conterem em sua composição química elementos que podem transformar e agredir o meio, devem ser tratados e destinados de maneira segura e correta.

Eles podem ser caracterizados nesses diferentes grupos específicos citados, e são completamente nocivos para a saúde e também e o bem estar social.

Quais as características dos resíduos perigosos?

Conhecer e entender as particularidades entre os resíduos perigosos é essencial para realizar uma destinação correta dos mesmos. Abaixo, listamos as cinco características mais notáveis de uma substância perigosa:

  • Reatividade: são basicamente os resíduos que possuem uma capacidade de reação muito rápida e forte para com outros elementos, podendo gerar manifestações de calor e energia. 
  • Corrosivos: são tipos de materiais altamente ácidos que podem corroer também organismos vivos.
  • Inflamabilidade: resíduos que apresentam um alto poder de combustão, podendo provocar incêndios. 
  • Patogenicidade: materiais que possuem em sua composição traços biológicos que podem resultar no surgimento de doenças. 
  • Toxicidade: como o nome sugere, são resíduos altamente tóxicos que possuem em suas estruturas biológicas a capacidade de provocar danos em organismos vivos.

 

Os resíduos perigosos são comuns no cotidiano?

Podemos facilmente encontrar diversos tipos de resíduos perigosos no nosso dia a dia. O que não necessariamente é um problema, visto que são materiais úteis para as nossas rotinas diárias. A problemática se encontra justamente quando esses resíduos são descartados de maneira errada. 

Dentre os mais presentes e recorrentes no cotidiano, podemos listar as pilhas e baterias. Em sua grande maioria, grande maioria, as pilhas possuem na composição substâncias químicas como mercúrio, cádmio e chumbo. Substâncias essas que podem apresentar risco para a saúde. 

Ademais, as lâmpadas fluorescentes também são muito comuns. Por conterem uma quantidade alta de mercúrio na composição e altamente tóxicas caso quebradas.

 

Como realizar o tratamento dos resíduos perigosos?

O sistema de logística reversa é o mais recomendado para a destinação dos resíduos. Esse processo consiste basicamente no retorno do produto do consumidor para o produtor. 

Ou seja, após o uso do material no cotidiano, o produto deve retornar para a indústria e meio comercial, sendo devidamente reciclado e reutilizado, fechando esse ciclo. 

Uma destinação correta desses tipos de resíduos é essencial para o bem estar da natureza. Principalmente por possuírem características que tornam o seu acúmulo no ambiente mais nocivo, os resíduos perigosos devem ser tratados com ainda mais atenção e seriedade. 

E precisando de serviços de destinação de resíduos? Conte com a experiência da Pró-Ambiental. Temos 15 anos de atuação no mercado que nos dão propriedade ímpar no ramo de resíduos.

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Qual a importância da adequada segregação de resíduos?

A Segregação adequada dos resíduos é um assunto que ocasiona muita “dor de cabeça” para os donos de empresas e organizações que produzem quaisquer tipos de resíduos. Como fazer? Quais etapas são necessárias cumprir? Qual tipo de resíduo eu produzo? Como segregar corretamente? De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o tratamento de resíduos é composto por várias etapas, que são:

Segregação: Consiste principalmente na separação dos resíduos no momento de sua formação e no local de sua geração. Esta etapa leva em consideração características físicas, químicas, biológicas e o seu estado físico e os riscos que o resíduo envolve.

Acondicionamento: É relacionado ao embalar dos resíduos, sejam em sacos, recipientes ou em estruturas adequadas que resistam às ações de rupturas.

Identificação: Este se refere ao conjunto de medidas que permite o reconhecimento dos resíduos contidos nos recipientes. Fornece informações sobre o manejo correto dos resíduos.

Transporte: Consiste no traslado dos resíduos dos pontos de geração até o local destinado ao armazenamento temporário ou armazenamento externo, com a finalidade de apresentação para a coleta

Ainda segundo a ANVISA, além dessas etapas, ainda compõe o gerenciamento correto: O armazenamento temporário, o tratamento, armazenamento externo, transportes externos, coleta e a disposição final.

Por que a segregação é tão importante?

Fazer um diagnóstico adequado é de suma importância para a segregação dos resíduos. A segregação e a etapa primária que vai definir toda a logística para o gerenciamento correto do resíduo. Esta etapa acontece a partir da separação correta dos resíduos de acordo com suas características químicas, físicas, radiológicas e biológicas. É necessário também, para fazer o procedimento adequado, levar em consideração os riscos de contaminação do resíduo tanto para o meio ambiente quanto para a saúde humana.

Para que esta seja feita de forma pertinente as normas, existe um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), que uma vez implementada, otimiza os processos de segregação e de gerenciamento de resíduos.

Além disso, ainda há as empresas certificadas com o ISO 9001, que realizam a gestão de resíduos por meio de programas relacionados a todas as etapas que vão desde o gerenciamento até o descarte final do produto.

A pró-ambiental possui uma área exclusiva com galpões amplos onde são realizadas as atividades de separação e prensagem dos resíduos, para logo após serem redirecionado aos campos específicos. A empresa também detém a certificação ISO 9001 que assegura que a organização está devidamente licenciada e de acordo com as leis ambientais.

A segregação de resíduo, seja ele qual for, deve ser pensada estrategicamente, a fim de elevar o nível de sustentabilidade. O sucesso está em conciliar alta produção e gestão ambiental, gerando, assim, o crescimento econômico sustentável.  A Pró Ambiental atua há 15 anos desenvolvendo um sistema seguro de serviços especializados em coleta, transporte, valorização e destinação final de resíduos. Precisa de apoio para realizar o tratamento de resíduos na sua empresa? Conte conosco!

Entre em contato através do nosso formulário. Clique e saiba mais.

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Classificação dos resíduos de saúde e importância do descarte correto

A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária dispõe de regulamentos Técnicos a fim de orientar as empresas no gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, tanto saúde animal, quanto humana, englobando manipulação, transporte e descarte dos resíduos. A Resolução RDC nº 33/03 tem como objetivo evitar danos ao meio ambiente e prevenir acidentes que atinjam profissionais que trabalham diretamente nos processos de coleta, armazenamento, transporte, tratamento e destinação desses resíduos. No Capítulo III, aborda  que o Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), a ser elaborado pelo gerador dos resíduos (ou seja, hospitais, clínicas etc.), deve ser compatível com as normas locais relativas à coleta, transporte e disposição final dos resíduos gerados nos serviços de saúde, estabelecidas pelos órgãos locais responsáveis por estas etapas.

Segundo a Anvisa, os resíduos de saúde estão classificados em 5 grupos. Confira:

 

Grupo A – Resíduos potencialmente infectantes

São resíduos que possuam presença de agentes biológicos e que apresentem risco de infecção. Ex.: bolsas de sangue contaminado.

 

Grupo B – Resíduos químicos

São resíduos que contenham substâncias químicas capazes de causar risco à saúde ou ao meio ambiente, independente de suas características inflamáveis, de corrosividade, reatividade e toxicidade. Ex.: Medicamentos para tratamento de câncer, reagentes para laboratório e substâncias para revelação de filmes de Raio-X.

 

Grupo C – Resíduos radioativos

São resíduos de materiais que contenham radioatividade em carga acima do padrão e que não possam ser reutilizados. Ex.: Exames de medicina nuclear.

 

Grupo D – Resíduos comuns

São resíduos de qualquer lixo que não tenha sido contaminado ou possa provocar acidentes. Ex.: Gesso, luvas, gazes, materiais passíveis de reciclagem e papéis.

 

Grupo E – Resíduos perfurocortantes

São objetos e instrumentos que possam furar ou cortar. Ex.: Lâminas, bisturis, agulhas e ampolas de vidro.

 

Como as empresas podem fazer o descarte correto dos resíduos de saúde?

É uma importante que as empresas façam a destinação correto de cada grupo de resíduos. Uma vez que, caso esses materiais entrem em contato com o solo ou a água, podem causar sérias contaminações no ambiente e causar danos à vegetação. Além disso, no caso de materiais perfurantes contaminados, podem acarretar sérios riscos à saúde da população, caso sejam descartados em aterros sanitários comuns.  

 

Cada grupo é representado por um símbolo. Veja:

 

Grupo A – Resíduos potencialmente infectantes

É identificado, no mínimo, pelo símbolo de risco biológico, com rótulo de fundo branco, desenho e contornos pretos, acrescido da expressão RESÍDUO INFECTANTE.

 

Grupo B – Resíduos químicos

O grupo B é identificado por meio de símbolo e frase de risco associado à periculosidade do resíduo químico. 

 

Grupo C – Resíduos radioativos

O grupo C é representado pelo símbolo internacional de presença de radiação ionizante (trifólio de cor magenta ou púrpura) em rótulo de fundo amarelo, acrescido da expressão MATERIAL RADIOATIVO, REJEITO RADIOATIVO ou RADIOATIVO.

Grupo D – Resíduos comuns

O grupo D deve ser identificado conforme definido pelo órgão de limpeza urbana. São descartados em sacos pretos.

 

Grupo E – Resíduos perfurocortantes

É identificado pelo símbolo de risco biológico, com rótulo de fundo branco, desenho e contorno preto, acrescido da inscrição de RESÍDUO PERFUROCORTANTE.

 

 

 

A Pró-Ambiental trata cada tipo de resíduo de acordo com as normas vigentes. Sempre pensando no meio ambiente, na segurança dos colaboradores e da população, e na agilidade da coleta desses materiais.

 

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