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Artigos e notícias sobre o segmento de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos industriais e de saúde. Confira aqui!

Qual a destinação correta de pilhas e baterias?

De 100 a 500 anos. Você consegue estimar esse tempo? Pedro Álvares Cabral, por exemplo, desembarcou em terras tupiniquins há um pouco mais de 500 anos, há exatos 513. O que assusta é que este espaço temporal, de descobrimento do Brasil até o ano atual, pode ser o equivalente ao tempo que uma pilha ou bateria leva para se decompor no meio ambiente.  

A questão é uma das mais importantes e a que também gera muitos impasses no que diz respeito à preservação do meio ambiente. Pilhas e baterias já estão incorporadas e já fazem parte do cotidiano da população mundial. Automóveis, computadores, celulares, máquinas, controles, e inúmeros outros equipamentos utilizados diariamente dependem de pilhas e baterias para funcionarem.

Pilhas e baterias, tanto as nacionais quanto as importadas são ricas em algumas substâncias que fazem extremamente mal à saúde humana e também ao meio ambiente. De acordo com a resolução nº 401 do CONAMA os principais metais presentes em produtos da classe são: Mercúrio, Chumbo e Cádmio.

Essas são capaz de acarretar uma série de doenças. O mercúrio, por exemplo, é capaz de se estabelecer em algumas partes do corpo humano, principalmente no Cérebro, e levar a demência, insuficiência renal e até a morte. O chumbo é capaz de provocar delírio, convulsões paralisias e levar até ao coma. Já o Cádmio é considerado tóxico e pode causar doenças renais e hipertensão arterial.

Como resolver o problema de Pilhas e Baterias?

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) e o Decreto Federal nº 9.177, de outubro de 2017 são resíduos considerados perigosos e altamente tóxicos para o meio ambiente e para a saúde humana. Esses dispositivos são capazes de transformar energia química em energia elétrica e são ricos em metais pesados.

As autoridades alertam que as pilhas e baterias devem fazer parte de uma denominada “Logística Reversa”. O resíduo, que é considerado perigoso, não deve ser descartado de qualquer forma. Deve ser coletado de forma correta e, logo após, retornado ao fabricante, ou a alguma empresa certificada, para que o descarte seja feito de forma ambientalmente correta.

Descarte consciente

Em Minas gerais a lei estadual nº 21.421 de 2014 estabelece apoio e incentivo à coleta seletiva de resíduos sólidos. Dispositivo magnético e eletroeletrônico de armazenamento de dados, lâmpada fluorescente, pilha e bateria se encaixam na categoria. A lei ainda estabelece que os resíduos sólidos devem ser entregues pelos usuários aos estabelecimentos que comercializam os produtos ou aos que prestaram algum tipo de assistência.

As organizações são obrigados a manterem recipientes adequados para o descarte correto de resíduos sólidos. É necessário que o estabelecimento cumpra rigorosamente as normas ambientais e de saúde pública. Aquele que não cumprir a lei, está passível de multa.

Não sabe como seguir a lei corretamente? Fale com a Pró-Ambiental. A empresa é especialista no mercado e pode elaborar um plano personalizado para a sua empresa de coleta, armazenamento, gestão e descarte de pilhas e baterias.

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Como identificar e fazer o tratamento adequado de resíduos sólidos

Os resíduos sólidos podem ser considerados um grande problema para a humanidade. Afinal, se encaixam na categoria, segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos PNRS (Lei 12.305/2010) todos os produtos resultantes da atividade humana, principalmente aqueles produzidos em residências, comércios, indústrias, e animal que são considerados indesejáveis ou sem utilização. Estima-se que cada pessoa produza por dia 1,3 kg de resíduo considerado sólido por dia. No Brasil, um levantamento feito pelo Atlas Brasileiro de GEE e Energia aponta que o país produz cerca de 62 milhões de toneladas de resíduos sólidos ao ano.

O acúmulo e descarte incorreto desses resíduos podem ser extremamente prejudiciais tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. A exemplo podemos analisar uma das doenças que mais dizimou pessoas na Europa durante o século XIV. A peste bubônica ou negra foi ocasionada pela pulga de ratos que proliferavam nas cidades, devido ao hábito de descartar resíduos nas ruas, terrenos e outros locais inadequados. Os produtos descartados se tornaram criadores dos ratos que eram os principais vetores da doença.

 

A gestão e tratamento correto de resíduos sólidos está associada ao:

> Controle

> Produção

> Armazenamento

> Segregação

> Transporte

> Processamento

> Tratamento  

> Destino final do resíduo

Para que o processo seja feito de forma adequada e segura é ainda necessário levar em consideração os princípios de preservação do meio ambiente, dos recursos e principalmente da saúde pública.

Classificação dos resíduos sólidos

O texto da Política Nacional de Resíduos Sólidos classifica os tipos de resíduos de acordo com a origem e a periculosidade.

Resíduos Sólidos Urbanos

 São originários de estabelecimentos comerciais, domicílios e da limpeza urbana (varrição de logradouros e vias públicas e outros serviços públicos de limpeza). Podem ser divididos pela composição química em:

  • Resíduos Orgânicos – Compostos por alimentos e outros materiais que se decompõem na natureza, tais como cascas e bagaços de frutas, verduras, material de podas de jardins, entre outros;
  • Resíduos Inorgânicos – Compostos por produtos manufaturados, tais como plásticos, cortiças, espumas, metais e tecidos;
  • Resíduos Sólidos Industriais – São os gerados nos processos produtivos e instalações industriais. Podem ser descartados em estado sólido ou semissólido, como lodos e alguns líquidos contaminantes, que não podem ser lançados na rede pública de esgotos ou corpos d’água;
  • Resíduos Especiais – Os riscos que representam para o meio ambiente e a saúde pública são outra forma de classificação de resíduos considerados especiais. Podem ser gerados em atividades industriais, hospitalares, agrícolas, entre outras, e exigem cuidados especiais no seu acondicionamento, transporte, tratamento e destino final.

Como a Pró-Ambiental atua

A organização já atua a mais de 15 anos no mercado e é especialista no tratamento resíduos sólidos industriais. Está de acordo com todas as normas e as leis ambientais. Possui também profissionais treinados equipamento de última tecnologia.


Precisa fazer o descarte e o tratamento correto de resíduos sólidos da sua empresa? Fale com a Pró-Ambiental

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Entenda a diferença entre resíduo inerte e resíduo não inerte

Certamente você já ouviu falar das classes de resíduos. Mas você sabe quais são os resíduos inertes e não inertes, o que significam e quais as diferenças entre resíduo inerte e resíduo não inerte? Resumidamente, a periculosidade de um resíduo é classificada em função de suas propriedades físicas, químicas ou infectocontagiosas, podendo apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente, se manuseado ou destinado de forma inadequada.

A norma NBR 10004/04 da ABNT, que diz respeito à política nacional dos resíduos sólidos, classifica os resíduos sólidos quanto aos seus riscos potenciais ao meio ambiente e à saúde pública para que sejam manuseados adequadamente. A Classificação se baseia nas características dos resíduos perigosos, inertes e não inertes.

A caracterização é nos aspectos físico-químicos, biológicos, qualitativo e/ou quantitativo das amostras coletadas. A classificação dos resíduos sólidos é fundamental na escolha correta da separação e destinação dos resíduos. Com esses processos executados é cumprida a Lei 12.305/2010, da Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS) e a norma NMR 10004/04.

Resíduos sólidos e suas classificações

Após a caracterização, é realizado a classificação dos resíduos sólidos, que envolve a identificação da atividade que gerou determinado resíduo, além dos constituintes e características.

Confira a classificação de acordo com a norma NBR 10004/04 da ABNT:

 

1. Resíduos Classe I – Perigosos

Constituídos por aqueles que têm características que oferecem riscos às pessoas que entram em contato com o material.

Esse tipo de resíduo apresenta ao menos uma das seguintes características: corrosividade, toxicidade, inflamabilidade, reatividade e/ou patogenicidade.

A norma NBR 10004/04 é de extrema importância para que o profissional capacitado possa avaliar cada propriedade dos resíduos, de maneira que, se considerados de risco, as medidas adequadas possam ser tomadas no transporte e realizada a correta destinação dos materiais.

Geralmente esse tipo de resíduo é gerado em indústrias, hospitais e no campo.

 

2. Resíduos não perigosos não inertes (Classe II A)

Assim são classificados os resíduos não inflamáveis, corrosivos, tóxicos, patogênicos, e nem possuem tendência a sofrer uma reação química. Porém, não é correto dizer que os  resíduos classe II A não oferecem riscos aos seres vivos ou ao meio ambiente.

Os materiais podem oferecer outras propriedades, sendo biodegradáveis, comburentes ou solúveis em água.

Resíduos não inertes devem receber a mesma atenção em sua destinação final e tratamento dos resíduos de classe I.

Esses resíduos são comumente de origem residencial como plásticos e garrafas PET.

3. Resíduos não perigosos inertes (Classe II B)

Esses resíduos não possuem nenhuma das características dos resíduos de classe I.

Contudo, se mostram indiferentes ao contato com a água destilada ou desionizada, quando expostos à temperatura média dos espaços exteriores dos locais onde foram produzidos, portanto não podem tirar a boa potabilidade da água, seguindo os parâmetros indicados no Anexo G da NBR 10004/04.

São oriundos de indústrias, comércio, serviços de saúde, do campo e da construção civil, como entulhos de demolição, madeiras, isopor, borrachas, latas de alumínio e vidros.

Aplicações legais para resíduos sólidos

O empreendimento que não cumpre com as exigências legais está sujeito às punições de instituições como o IBAMA, e demais órgãos fiscalizadoras. As medidas são severas chegando até mesmo paralisação das atividades. Esperamos que esse texto tenha sido útil e claro para você. Lembramos também que a Pró-Ambiental, oferece soluções inteligentes na realização de todos os processos de controle dos resíduos da sua empresa, da coleta a destinação final, seja resíduos de saúde ou industriais. Além de possuir  Aterro Classe 1, destinado a resíduos perigosos.  

 

Para outras informações sobre nosso trabalho, entre em contato conosco. 

 

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