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Artigos e notícias sobre o segmento de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos industriais e de saúde. Confira aqui!

3 formas de fazer corretamente a disposição final de resíduos

Para onde vão os resíduos que são produzidos? No mundo são mais de sete milhões de seres humanos que produzem anualmente quase 1,5 bilhão de toneladas de resíduos considerados sólidos urbanos. A Organização das Nações Unidas (ONU) ainda projeta que daqui a menos de dez anos esse cenário pode quase dobrar de produção, por isso a importância da disposição final de resíduos de forma correta.  

 

Neste número ainda não estão incluídos os resíduos gerados pelas indústrias, por exemplo. Uma grande preocupação da humanidade deve ser o modo em que é feita a disposição final desses. É de suma importância minimizar os riscos de contaminação tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente

 

Qual a importância da disposição final correta dos resíduos?  

 

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) a disposição final adequada é aquela em que os resíduos são dispostos em locais adequados e seguros, como os aterros, por exemplo. Esses devem obedecer às normas técnicas e operacionais específicas, minimizando assim o risco de contaminações e impactos ambientais. 

 

Tipos de disposição final 

 

Diante de tantas especificidades há também os tipos de destinação adequada para cada tipo de resíduos. Conheça algumas a seguir

Compostagem –  Uma das formas mais tradicionais para o gerenciamento de resíduos, a compostagem vem sendo utilizada na sociedade há séculos. A técnica é utilizada principalmente no processo em que envolve matéria orgânica, seja ela originária do meio urbano, industrial, agrícola ou florestal. 

O processo de compostagem parte de uma função natural em um ambiente propício onde os micro-organismos basicamente transformam matéria orgânica em um material rico em nutrientes e fértil para outras situações. 

Incineração – Com a principal finalidade de reduzir o volume de resíduos e o seu potencial de contaminação, a técnica é baseada na decomposição térmica dos produtos. Através da incineração é possível diminuir o volume e o peso do resíduo, além de recuperar a energia dissipada em algum processo anterior. 

 

Aterros – Estes podem ser subdivididos em sanitários ou controlado. Há também o comum cuja a disposição final não é feita de forma adequada. Tanto nos sanitários, quanto nos controlados, há a convergência de processos, cujo o principal foco é a decomposição de resíduos. No aterro sanitário há ainda um maior controle de gases e um recobrimento diário é feito para garantir menos impactos para o meio ambiente.

 

É importante que todos os processos de disposição final de resíduos sejam feitos de forma correta e por uma empresa certificada para realizar os processos. A Pró-Ambiental possui expertise em disposição final de resíduos e em processos de gerenciamentos. Precisou de dispor os resíduos gerados pelo seu estabelecimento de forma correta?  Fale com um especialista da Pró-Ambiental 

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Como tratar os resíduos de oficinas mecânicas?

O Brasil possui uma grande venda anual de veículos. Com as vendas e também com a fabricação em alta o número da frota tende a aumentar. Assim, como uma reação em cadeia, o número de oficinas mecânicas no país também cresce a cada dia mais.

Vamos trabalhar com uma pequena perspectiva. Olhe para a sua rua, ou para o seu bairro: Quantas oficinas mecânicas há no espaço? É necessário sim um grande número de oficinas para atender uma grande demanda de carros.

Serviços como lubrificação, troca de peças, ajustes no motor, serviços de manutenção, troca de pneus, manutenção elétrica tem que ser realizados com regularidade para que os carros estejam em plenas condições de circulação.

Entretanto, ao se falar em oficinas mecânicas, é necessário também pensar na quantidade de resíduos que um estabelecimento do tipo produz. Óleos usados, peças sem utilidade, estopas, embalagens contaminadas com óleos entre outros produtos são resultantes de atividades diárias realizadas nas oficinas.

Tendo em mente o potencial poluidor do segmento torna-se essencial analisar a quantidade de resíduos perigosos produzidas e também pensar no gerenciamento correto dos produtos. É necessário ainda que a oficina se responsabilize por todo o resíduo produzido a fim de diminuir os danos à saúde pública e ao meio ambiente.

Normas e classificação

A ISO 14000 (2004) estabelece um conjunto de medidas e procedimentos que, se bem aplicados, permitem reduzir e controlar os impactos ambientais produzidos pode uma organização. As atividades desenvolvidas por oficinas mecânicas, relacionadas à reparação de veículos automotores, geram diferentes tipos de resíduos sólidos e efluentes que precisam de tratamento adequado para que seu descarte não cause danos ao meio ambiente e a saúde pública.

É importante que uma oficina siga as normas e identifique corretamente os tipos de resíduos produzidos para que a destinação seja feita adequadamente, tanto para resíduos sólidos quanto para os efluentes líquidos.

Os resíduos sólidos são classificados, segundo a NBR-10.004 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), de acordo com características de periculosidade apresentada, sendo:

Classe I (perigosos) ou Classe II (não- -perigosos).

E são subdivididos em:

Classe II A – Inertes e Classe II B – Não inertes.

Para que um resíduo seja apontado e considerado perigoso, ele deve apresentar uma ou mais das seguintes características:

Inflamabilidade

Corrosividade

Reatividade

Toxicidade

Patogenicidade

Os resíduos classe II – Não Perigosos são divididos em inertes e não inertes, sendo considerados resíduos classe II-A (Não Inertes), os resíduos que apresentam propriedades como biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água. Já os resíduos classe II B (Inertes), são todos os resíduos que quando amostrados de uma forma representativa, não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor.

Tratamento

É importante que uma oficina mecânica conte com uma empresa especializada para a realização de todos os processos que envolvem: Acondicionamento, tratamento, coleta, transporte, e descarte ideal de todos os resíduos gerados no estabelecimento.

Assim, a oficina está de acordo com a legislação e evitando problemas futuros com os órgãos de fiscalização.

Tem uma oficina mecânica e ainda não faz o gerenciamento de resíduos? Fale agora mesmo com a Pró-Ambiental.

 

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Como tratar os resíduos da metalurgia?

A metalurgia é uma das áreas mais importantes do mundo. A ciência está relacionada com a produção e a purificação de metais, a manufatura de ligas e o desempenho de metais na engenharia. Ou seja, tudo o que utilizamos hoje, celulares, computadores, carros, dependem da atuação da metalurgia. Só em Minas Gerais as metalúrgicas correspondem a 28% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado. No Brasil as metalurgias representam 22,5% da fatia do PIB nacional.

Junto com a força da indústria, também vem o problema da geração de resíduos. Na indústria metalúrgica os resíduos gerados são, em sua maioria, perigosos e provenientes de processos como lavagens de chapas, tornos e pinturas. Produtos como óleos, óxidos e tintas resultantes de processos da metalurgia são considerado tóxicos e até cancerígenos devido à quantidade de metais pesados e substâncias perigosas presentes em sua composição.

Leis

Segundo o art. 2º da resolução nº 313 os resíduos sólidos industriais são todos os resultantes da indústria que não podem ser lançados em cursos de água ou em rede pública de esgoto. Para o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) as metalúrgicas são as responsáveis pelo tratamento de resíduos e efluentes, evitando o lançamento desses no meio ambiente.

O órgão, em sua resolução nº 430 exige a ausência de Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs), o não lançamento em águas de classe especial, mesmo que o efluente seja tratado, pH entre 5 e 9, temperatura inferior a 40ºC, bem como variações de 3ºC na mistura, até 1 ml/L de materiais sedimentáveis quando o lançamento ocorrer em lagos e lagoas de pouca circulação de água, limite de óleos minerais de até 20 mg/L, ausência de materiais flutuantes, máximo de 15 mg/L de Fe dissolvido, o efluente não deverá ter potencial para causar efeito tóxico aos organismos aquáticos no corpo receptor.

É válido ressaltar que a metalúrgica que descumprir as regras está passível de multas e até o fechamento da unidade.


Veja também:

>> Como identificar e fazer o tratamento adequado de resíduos sólidos

>> Saiba como identificar e tratar os efluentes líquidos industriais


Gestão e Tratamento

Existem várias soluções para tratar os resíduos provenientes da metalurgia. É necessário que as metalúrgicas identifiquem os tipos de resíduos que a empresa produz para realizar o tratamento viável e correto.

Todavia, é preciso ainda que as metalúrgicas busquem soluções que geram menos impacto no meio ambiente e que também possibilite a diminuição de custos para a empresa.

A maioria dos resíduos sólidos gerados em indústrias se encaixam nas seguintes categorias:

  • Resíduos Inorgânicos – Compostos por produtos manufaturados, tais como plásticos, cortiças, espumas, metais e tecidos;
  • Resíduos Sólidos Industriais – São os gerados nos processos produtivos e instalações industriais. Podem ser descartados em estado sólido ou semissólido, como lodos e alguns líquidos contaminantes, que não podem ser lançados na rede pública de esgotos ou corpos d’água;
  • Resíduos Especiais – Os riscos que representam para o meio ambiente e a saúde pública são outra forma de classificação de resíduos considerados especiais. Podem ser gerados em atividades industriais, hospitalares, agrícolas, entre outras, e exigem cuidados especiais no seu acondicionamento, transporte, tratamento e destino final.

Para fazer o gerenciamento e tratamento correto desses resíduos a sua metalúrgica pode contar com os serviços da Pró-Ambiental. A empresa é especialista no acondicionamento, gestão e tratamento de resíduos de metalúrgicas. Possui caminhões equipados e funcionários altamente treinados para recolher corretamente o resíduo sem causar danos ao meio ambiente ou às pessoas.

Entre em contato agora mesmo com a Pró-Ambiental. Clique aqui e nos envie uma mensagem. 

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O fazer com os resíduos de clínicas de estética?

O mercado dos tratamentos de estética é um dos que mais movimentam o país. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, o Brasil tem um dos maiores mercados consumidores de beleza e estética no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e a China. Ainda segundo o levantamento, o nicho da estética é um dos que mais crescem e conta hoje com mais de um milhão de profissionais registrados e especializados na área.

Diante de um mercado que movimenta tanto o país, torna-se necessário pensar em questões relacionadas ao tratamento de resíduos de clínicas de estética e beleza.  Neste tipo de resíduo, o risco de transmissão de doenças e infecções é muito maior, uma vez que, os materiais utilizados para os tratamentos têm contato direto com secreções, sangue, pelos, cabelos, unhas, cutículas, entre outros

Portanto, o manejo e gerenciamento adequado deste tipo de resíduo é extremamente necessário para não oferecer riscos de contaminação tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente.

A Clínica estética deve seguir à risca os regulamentos dispostos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). É importante também que a clínica estética esteja em concomitância com as legislações próprias dispostas pelos governos estaduais e municipais.

 

Como identificar os resíduos de clínica estética?

Tratamentos de pele, de cabelos, unhas, para emagrecimento, limpezas dentre tantos outros, produzem resíduos. Estes podem ser categorizados como Resíduos de Serviço de Saúde (RSS). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) os Resíduos de serviços de saúde podem ser subdivididos em cinco grupos diferentes, que são:

  • Grupo A: No primeiro grupo, estão resíduos que possivelmente possuem agentes biológicos, desta maneira, apresentando riscos de causar infecções.
  • Grupo B: Neste grupo de resíduos estão presentes  substâncias químicas que, possivelmente, conferem risco à saúde pública ou ao meio ambiente.
  • Grupo C: Este grupo é constituído por materiais originados de atividades que possuem radionuclídeos em quantidades acima dos limites aceitáveis segundos as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM).
  • Grupo D: O grupo é composto por resíduos que não apresentam risco químico, biológico ou radioativo para seres vivos, muito menos ao meio ambiente, como por exemplo, papel de uso sanitário, fraldas, restos alimentares de paciente, entre outros.
  • Grupo E: Fazem parte deste grupo material perfuro cortantes ou escarificantes.

 

Na área da estética, os resíduos gerados se agrupam em função das suas características e riscos oferecidos tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente. Os resíduos de clínicas de estética apresentam fundamental importância nos grupos B e E, onde há risco eminente de contaminação à população e ao meio ambiente.

A Pró-Ambiental atua há mais de 15 anos no tratamento de resíduos e realiza todos os processos de tratamento de resíduos de clínicas de estética, respeitando sempre a legislação em vigência.

Para mais informações sobre nosso trabalho, entre em contato conosco.

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O que fazer com resíduos de serviço de transporte – RST?

O transporte é um dos pilares da economia de um país. O sistema é o principal responsável por ações como: escoamento de produções agrícolas, deslocamento de pessoas, entregas de produtos, abastecimento alimentício, dentro outras inúmeras funções. No sistema logístico brasileiro o principal meio de locomoção utilizado é o transporte rodoviário. Todavia, o país ainda dispõe dos meios aéreos, ferroviários e hidroviários. Um fator que toda essa logística, em sua maioria, ainda não leva em consideração é sobre os resíduos de serviço de transporte – RST.

Somente de estradas e rodovias são cerca de 2 milhões de quilômetros que ligam o país de norte a sul, leste ao oeste. As rodovias nacionais ainda são as responsáveis por transportar 61,1% de todas as cargas movimentadas no território nacional. A malha rodoviária brasileira é o meio mais utilizado para o transporte de cargas e passageiros.

Uma pesquisa da Associação Brasileira dos Caminhoneiros revela que existem mais de 147 mil empresas transportadoras no Brasil. O número de motoristas que realizam o transporte de carga de forma autônoma é ainda maior. Segundo a pesquisa, são 492 mil motoristas autônomos regularizados e, o número de cooperativas regulares é de 332.

Diante de uma movimentação tão representativa, é de suma importância pensar e analisar a quantidade de resíduos produzidos pelo transporte no Brasil. Os denominados resíduos de serviço de transporte – RST são gerados em aeroportos, terminais alfandegários, rodoviários, ferroviários e passagens de fronteiras.

Os resíduos de serviço de transporte – RST exigem um cuidado redobrado, pois oferecem riscos tanto para a saúde humana, quanto para o meio ambiente. Os resíduos de serviço de transporte – RST, por exemplo, podem ser capazes de espalhar doenças entre cidades e até países.

De acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 13.302/2010) as empresas de transporte são as responsáveis pelos resíduos de serviço de transporte – RST gerados pelos veículos, ou meios de locomoção e devem ter em mãos um plano de manejo e gerenciamento adequado para esse tipo específico de resíduo.

Os resíduos de serviço de transporte – RST representam uma grande questão a ser solucionada, uma vez que, a má gestão desses resíduos representa um grande risco para a saúde pública também para o meio ambiente. A política nacional dos resíduos sólidos PNRS – estabelece que o gerador do resíduo é o responsável pela implementação de programas para uma boa gestão, descarte e tratamento adequado dos resíduos de serviço de transporte – RST.

Os transportes ainda produzem resíduos dos mais variados tipos e classificações. Os caminhões, por exemplo, produzem os efluentes líquidos, quando passam por alguma manutenção ou tem algum problema no motor;  e sólidos quando, por exemplo, necessitam substituir alguma peça que provavelmente não terá mais nenhuma serventia, entre outros.

As empresas transportadoras ou aqueles que trabalham de forma autônoma são os responsáveis pelo manejo dos resíduos de serviço de transporte – RST. Quando não cumprida as leis, o gerador está passível de multa e até desativação dos serviços prestados.

Tem problemas com a produção de resíduos de serviços de transporte? Fale com a Pró- Ambiental pelos telefones (35) 3826-9038 / 3826-9048 / 9 9127-0383 ou pelo e-mail proambiental@proambientaltecnologia.com.br.

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Saiba o que fazer com resíduos de estabelecimentos comerciais

Todo o local que oferece algum tipo de serviço gera resíduo. Comércios, bares, restaurantes, lojas de roupas, papelarias, padarias, postos de combustível, supermercados, sorveteria, dentre outros tantos segmentos, são grandes responsáveis pela geração de resíduos no mundo.  Uma cidade com cerca de 1.5 milhões de habitantes gera uma média de 1.800 toneladas de resíduos, subdivididos entre material orgânico, reciclável e produtos variados.

É importante salientar que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelece regras no que diz respeito à coleta e destinação correta de resíduos em todo Brasil. De acordo com a PNRS, implementada em 2010, os comércios de bens e serviços são responsáveis pelos seus resíduos gerados. Sendo que o processo de coleta, manuseio, tratamento e descarte é de total responsabilidade do comerciante.

Todavia é de suma importância a contratação de uma empresa responsável e que segue todas as legislações ambientais, para que as fases do tratamento do resíduo sigam um caminho seguro e que também respeite as normas e não degrade a saúde humana e o meio-ambiente. A Pró-Ambiental já atua no mercado há mais de 15 anos e auxilia diversos segmentos a fazer o tratamento e a destinação correta de todo tipo de resíduo.

Neste post, a Pró-Ambiental vai mostrar 3 tipos de estabelecimentos comerciais que geram resíduos e também como a empresa pode te ajudar a fazer o gerenciamento correto deste.

Vamos lá?

Restaurantes e praças de alimentação

Toda a cidade, por mais pequena que seja possui um restaurante. O estabelecimento produz uma gama de resíduos de diferentes categorias. Os resíduos da produção vão desde as embalagens dos alimentos comprados, até cascas e sobras de comida. Você já pensou que até uma faca utilizada de forma errada para cortar batatas, por exemplo, pode gerar mais resíduo?

O primeiro passo a se fazer é tentar diminuir a produção de resíduos, seja ele de qualquer classe. Medidas pequenas podem surtir um grande impacto no seu negócio. Reciclar, criar pratos com coisas que seriam descartadas pode ser uma saída. Claro que há resíduos que são invitais. Por isso a necessidade da presença de uma empresa preparada para fazer o gerenciamento desse resíduo de forma correta e de acordo com as leis.

Caso o resíduo não seja tratado de forma coerente à legislação, o seu restaurante poderá ser multado e até ser fechado pelas autoridades competentes.

 

Lojas de roupas | Centros comerciais atacadistas

O mercado da moda pode até não parecer, mais é um dos principais responsáveis pela geração e resíduos no país. Segundo dados do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (IEMI) o Brasil produz uma média de 6,4 bilhões de peças ao ano.

É necessário pensar que a geração de resíduo acontece desde o plantio do algodão para a produção do tecido que, um dia, vai virar uma peça de roupa. Portanto é necessário que o comerciante, dono de uma loja de roupas, tenha consciência e responsabilidade sobre o resíduos gerado pela venda das peças. Sacolas, tecidos, etiquetas, papéis tudo deve ter uma destinação correta para que assim, o estabelecimento exerça um papel social e ambiental legal.

 

Panificadoras e distribuidoras de alimentos

Até para comprar “o pão nosso de cada dia” é necessário pensar na produção de resíduos. A panificação representa um dos maiores segmentos industriais no Brasil. Entretanto, apesar do grande crescimento do segmento, este segue um modelo de desenvolvimento de alto consumo de recursos.

A panificação ainda é uma das grandes responsáveis pela geração de resíduos sólidos que geram grandes impactos ambientais. É extremamente necessário que as padarias adotem um plano de gerenciamento com base nas leis para minimizar os danos causados pela produção.

Tem um comércio ou presta algum tipo de serviço e não sabe o que fazer com o resíduo? Entre em contato com a Pró-Ambiental! Clique aqui

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3 tipos de segmentos que podem utilizar dos serviços da Pró-Ambiental

Tem uma micro, pequena, média ou grande empresa e não sabe o que fazer com a quantidade de resíduos gerados? A Pró-Ambiental já atua há mais de 15 anos no mercado e oferece, com excelência, serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos industriais. Todos os trabalhos prestados pela organização, são desenvolvidos com o uso de tecnologias de ponta que propiciam segurança, qualidade e desenvolvimento sustentável para as empresas.

Neste post, vamos explicar e falar sobre três segmentos que podem utilizar dos serviços prestados pela Pró-Ambiental e a importância deles para o funcionamento pleno da sua organização. Vale salientar que a Pró-Ambiental é uma empresa licenciada e segue rigorosamente as normas e a legislação ambiental.

 

Clínicas odontológicas

Quem vai ao dentista não imagina a quantidade de resíduo que um procedimento simples é capaz de gerar. Apesar dos produtos em aço, um consultório odontológico utiliza vários objetos descartáveis.

De acordo com as regras da Anvisa, todo o gerador de resíduo de serviços de saúde, deve se responsabilizar pelo descarte, manejo, e acondicionamento desses produtos que serão descartados. Os resíduos de serviços de saúde podem ser considerados extremamente prejudiciais do ambiente, além de representarem risco de contaminação para a saúde da população.

A Pró-Ambiental tem uma equipe com profissionais treinados e que apresentam uma série de cuidados para que o procedimento seja executado de forma correta e sem oferecer nenhum tipo de risco. A empresa utiliza de EPIS durante toda a coleta, além e possuir uma frota de veículos próprios e adaptados.

 

Indústrias alimentícias

O ramo alimentício é um dos mais movimentados do Brasil. São mais de 530 bilhões faturados ao ano e, pela grande representatividade, este tipo de indústria também é uma das responsáveis pela enorme produção de resíduos.

A indústria alimentícia gera, em sua maioria, resíduos industriais (biológicos, químicos) e também os resíduos sólidos, provenientes da produção dos alimentos. Os abatedouros e matadouros, por exemplo, são os maiores geradores de efluentes biológicos. O não tratamento pode causar proliferação de insetos e roedores, além de, ao fazer o manejo incorreto, acarretar problemas ao meio ambiente.

Veja também: http:https://www.proambientaltecnologia.com.br/conheca-3-tipos-de-residuos-perigosos/

Oficinas mecânicas

As atividades ligadas a reparação de veículos são responsáveis por gerar diferentes tipos de resíduos sólidos e efluentes. Estes necessitam de tratamento adequado para que o seu descarte não cause danos ao meio ambiente e nem à saúde pública.

Os principais serviços como: troca de óleo lubrificante, fluidos de arrefecimento e hidráulicos, troca e limpeza de peças, retífica de motores, injeção eletrônica, suspensão, freios, regulagem de motor, alinhamento e balanceamento, entre outras desenvolvidas por oficinas mecânicas, geram grande quantidade de resíduos sólidos, entre os principais encontram- -se peças usadas, pneus, latarias, flanela, estopas sujas, papelão e embalagens de peças e de óleos lubrificante

A Pró-Ambiental é pioneira no serviço de gerenciamento de resíduos em toda a América Latina. A empresa utiliza de tecnologia Alemã e otimiza as relações entre combustão, comburente e temperatura, a fim de eliminar ao máximo a emissão de gases nocivos e de sustentar a autocombustão.

A Pró-Ambiental oferece uma série de serviços que envolve o manejo e gerenciamento de resíduos de forma adequada e licenciada pelos órgãos competentes.

Quer saber quais os serviços e de que forma a Pró-Ambiental pode ajudar a sua organização? Entre em contato conosco pelo e-mail proambiental@proambientaltecnologia.com.br ou pelos telefones (35) 3826-9038 / 3826-9048 / 9 9127-0383.

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Você conhece as propriedades dos resíduos perigosos?

Uma das situações mais impressionantes da realidade atual é a crescente demanda de tratamento de toneladas e toneladas de resíduos sólidos, produzidas por um consumismo avassalador. 
No Brasil não é diferente. Segundo relatório recente da Abrelpe (2016), são cerca de sete milhões de resíduos sólidos gerados por ano que, ou deixam de serem coletados, ou não recebem uma destinação adequada, afetando mais de 90 milhões de pessoas em todo o território nacional. Os problemas causados por causa das propriedades dos resíduos incluem desde o alagamento de cidades nos ciclos chuvosos, a poluição atmosférica e hídrica (aqui incluídos rios, lagos e mananciais) e o efeito estufa (geração de gás metano no processo de decomposição), até o surgimento de doenças diversas.
Como um dos maiores pilares do capitalismo, a industrialização se posiciona como a maior geradora de resíduos perigosos do planeta, responsáveis pelos grandes riscos potenciais à saúde  pública e ao meio ambiente, em função do potencial que carregam de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.
Assim, cabe a elas uma importante questão: como proceder diante de tão graves riscos dos resíduos perigosos?
Na opinião da Pró-Ambiental, cada indústria deve procurar agir em duas frentes simultâneas e contínuas, independente do setor onde atua. De um lado, visar a maior conscientização e a melhor gestão dos seus processos produtivos, para reduzir resíduos ou reaproveitá-los sempre que viável.
De outro, conhecer a fundo as propriedades dos resíduos perigosos que gera, identificando processos e atividades dos quais resultam e também os seus constituintes e suas características, de acordo com as matérias-primas e insumos que utilizam.


A Pró-Ambiental atua como parceira das indústrias na identificação das propriedades dos resíduos perigosos e na forma ideal de lidar com eles, conforme a sua composição.

Entenda agora o que elas representam:

Inflamabilidade – vem a ser a facilidade de alguns resíduos entrarem em combustão e até mesmo de forma espontânea;

Corrosividade simboliza uma característica ácida intrínseca de um resíduo, que pode atacar materiais e organismos vivos;

Reatividade – segundo esta propriedade, os resíduos podem reagir com outras substâncias, de forma violenta e imediata, liberando calor e energia;

Toxicidade – implica na ação dos resíduos sobre organismos vivos, cujos danos às suas estruturas biomoleculares podem ser de natureza carcinogênica, teratogênica e mutagênica, entre outras;

Patogenicidade – a existência de características biológicas infecciosas que, por meio de micro-organismos ou de suas toxinas, causam doenças nos homens e nos animais.


Com sede administrativa em Lavras (MG) e nove unidades de transbordo, a Pró-Ambiental utiliza tecnologias de ponta em todas as operações, frota própria e sistema logístico informatizado e monitorado, propiciando segurança, qualidade e desenvolvimento sustentável para mais de 4.200 clientes distribuídos em 543 municípios do país.

Para saber como sua empresa  contratar as soluções disponíveis de coleta, transporte, tratamento e destinação final dos resíduos industriais ou de saúde da sua empresa,  entre em contato com a gente através dos telefones  (35) 3826-9038 / 3826-9048 / 9 9127-0383 ou no email: proambiental@proambientaltecnologia.com.br


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