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O que uma empresa pode fazer para reduzir o impacto no meio ambiente?

A sustentabilidade no mundo empresarial é um tópico que vem crescendo cada dia mais. Uma empresa atenta às pautas sustentáveis, além de estar contribuindo para um futuro melhor para as próximas gerações, também será vista como uma corporação que se preocupa com a preservação da natureza. 

No entanto, alguns passos são fundamentais para que sua empresa tire a preocupação com o meio ambiente do campo das ideias e traga para a vida real. E a produção de resíduos gerada nas atividades está no centro desses passos. 

Nesse artigo, te apresentaremos quatro dicas para sua empresa reduzir os impactos ambientais.

 

1 – Realizar um mapeamento da geração de resíduo por fonte geradora é necessário. 

O primeiro passo aqui é o mapeamento de resíduos. Nesta etapa, você poderá avaliar as fontes que desperdiçam mais matéria prima, além de conseguir visualizar quais as melhores formas para reduzir a geração desses resíduos. 

Por meio desta ferramenta, você não apenas estará reduzindo os impactos provocados pelo acúmulo de resíduos, como também conseguirá ter uma visão mais ampla do que está sendo gasto de forma displicente. Economia e sustentabilidade em conjunto. 

 

2 – Compreenda os tipos de resíduos produzidos nas atividades da empresa.

A caracterização de resíduos é uma etapa extremamente importante para o gerenciamento residual na sua empresa. Conhecer os tipos de resíduos que sua corporação mais produz durante o dia a dia de trabalho é indispensável para um empreendedor  preocupado com questões ambientais. 

Segundo a NBR 10.004/2004 da ABNT, as classificações são as seguintes: 

 

  • classe I – resíduos perigosos: São aqueles que apresentam periculosidade e características como inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.
  • classe II A – resíduos não inertes: são aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe I – Perigosos ou de resíduos classe II B – Inertes. Os resíduos classe II A – Não inertes podem ter propriedades, tais como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.
  • classe II B – resíduos inertes: São quaisquer resíduos que, quando amostrados de uma forma representativa e submetidos a um contato dinâmico e estático com água destilada ou deionizada, à temperatura ambiente não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor.

 

Ao possuir o conhecimento prévio dessas classificações, a destinação será feita de maneira adequada dependendo do tipo de resíduo produzido. 

3 – Reduza a geração de resíduos com a política dos 5 Rs. 

Uma das maneiras mais eficientes de reduzir a geração de resíduos em sua empresa é colocando em prática a política dos 5 Rs:

    • Repensar: Refletir acerca dos impactos ambientais causados pela produção de resíduos.
    • Reduzir: Cortar excessos e diminuir a geração de resíduos.
    • Recusar: Evitar consumo exagerado, trabalhando apenas com o necessário e recusando produtos que causem danos ao meio ambiente.

 

  • Reciclar: Transformar resíduos usados em uma matéria prima nova. 

 

  • Reutilizar: Dar utilidades novas aos materiais que julgamos inúteis. 

 

4 – Conte com o auxílio de uma empresa especializada.

Mesmo realizando todos os passos citados acima, em algum momento você precisará do auxílio de uma empresa especializada em resíduos.

 

E essa necessidade surge porque essas empresas possuem, além da expertise que um trabalho de gerenciamento de resíduos pede, todo o maquinário e equipamentos necessários para a atividade. 

 

E a Pró-Ambiental tem todo o aparato técnico e profissional que sua empresa precisa. Entre em contato conosco!

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Lodo biológico: Você sabe como tratar e destinar os resíduos de efluentes biológicos? 

Você sabe o que é o lodo biológico? Basicamente, esse lodo (também chamado de lodo ativado ou ativo) é uma biomassa microbiana que surgiu por meio do tratamento de efluentes líquidos sanitários e industriais. 

A forma mais comum de destinação para esse tipo de resíduo é por meio dos aterros sanitários. Entretanto, com o intuito de cumprir as leis da Política Nacional de Resíduos Sólidos, muitas empresas estão buscando formas mais sustentáveis de destinar resíduos. 

Neste artigo, iremos te mostrar as alternativas mais ecológicas de destinar os resíduos de efluentes/ lodo biológico sem agredir o meio ambiente. 

 

Destinação de resíduos de efluentes/lodo biológico 

Determinar a forma mais adequada de destinar os resíduos de efluente/lodo biológico depende de uma série de fatores que precisam ser levados em consideração pelo produtor. E um fator essencial para a escolha está nas características apresentadas pelos resíduos. 

E essas características são resultantes de quais tenham sido os tipos de tratamento adotados nas Estações de Tratamento de Efluentes. Os tipos são: facultativo, aeróbio e anaeróbio, sendo dever da empresa escolher qual forma de tratamento é mais econômica para a realidade do momento. 

Normalmente, os destinos mais comuns para os resíduos de efluentes/lodo biológico encontram-se na compostagem, incineração, fabricação de tijolos e cimento, disposição no solo, cultivo de grama comercial entre outros fins. 

Os tipos de destinação de resíduos de efluentes/lodo biológico 

Confira abaixo as formas de destinação mais comuns para os resíduos de efluentes/lodo biológico: 

 

Incineração:

Nesse método, o lodo é queimado a uma temperatura de 1200°C. Não existe a necessidade do uso do combustível para a incineração, visto que o iodo já opera como um. 

Durante o processo de incineração, os gases já passam por um tratamento na própria queima, contribuindo para não propagar substâncias tóxicas pela atmosfera. A destinação por meio da incineração chega a reduzir até 95% da massa inicial de um resíduo, eliminando a problemática do descarte indevido de lodo. 

 

Compostagem: 

A compostagem é uma técnica que visa o tratamento de resíduos orgânicos, agropecuários e agroindustriais por meio dos microrganismos aeróbios que residem no próprio resíduo tratado. Neste processo, ocorre a degradação do composto. Além de ser uma efetiva forma para destinação de resíduos, ainda resulta na criação de produtos como fertilizantes orgânicos compostos. 

Neste método, temos duas formas de digestão: a aeróbia e a anaeróbia. Confira abaixo as diferenças: 

 

Digestão aeróbia: Processo em que as bactérias passam por uma fase de fermentação até a transformação no acetato que produzirá metano. Esse método é mais aconselhado para pequenas instalações.

Digestão anaeróbia: Nesse método é produzido um biogás por meio do processo de decomposição do lodo biológico. 

Por que devemos tratar os resíduos de efluentes/lodo biológico? 

Existem dois objetivos principais que norteiam o tratamento do lodo biológico:

 

  • Reduzir o volume, considerando o fato de que é impossível remover toda matéria presente; 
  • Estabilidade da matéria orgânica. 

 

Ao realizar os processos de tratamento e destinação de resíduos de efluentes/lodo biológico da maneira adequada, o manuseio será muito facilitado, especialmente pela diminuição do volume residual. 

 

Quer começar a gerenciar os resíduos de sua empresa e não sabe como? A Pró-Ambiental pode te ajudar. Temos mais de 15 anos de atuação no mercado e sabemos exatamente a melhor forma de te ajudar. Entre em contato!  

 

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O que é CTF e para que serve? 

 Para toda empresa que realiza algum tipo de atividade (principal ou secundária) citada no Anexo I da Instrução Normativa IBAMA 6/13, o CTF mostra-se um documento indispensável e obrigatório para um funcionamento sustentável da companhia.

O Cadastro Técnico Federal atua como um dos mais eficientes parâmetros para controle de qualidade ambiental no Brasil. Entretanto, a ferramenta ainda gera algumas dúvidas entre os geradores de resíduos. 

Nesse artigo, iremos tirar suas dúvidas sobre o que é o CTF e qual sua importância. 

 

  • O que é o CTF? 

 

Instituído através da Lei 6.938/1981 (Política Nacional de Meio Ambiente), o Cadastro Técnico Federal é um instrumento que supervisiona empresas que atuam em atividades consideradas potencialmente poluidoras. 

Em outras palavras, o CTF deve ser emitido por todas as empresas que se encaixam na Instrução Normativa IBAMA 6/13, ou seja, que geram resíduos que podem representar possíveis impactos para a flora, fauna e saúde pública de um modo geral. 

Para a realização do cadastro do CTF, a empresa deve comprovar (por meio de documentos e, dependendo do caso, fisicamente) que as atividades exercidas são regulares, desde o gerenciamento, passando pelo tratamento, transporte até chegar na destinação final. 

 

  • Quais os tipos de CTF? 

 

O CTF é dividido em dois grupos com diferentes características: o de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Naturais (CTF/APP) e o de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental (CFT/AIDA). 

As duas divisões foram determinadas, em um primeiro momento, pela Lei Federal 6.938/81. Hoje, ambas são regulamentadas pelas Instruções Normativas IBAMA 06/13 e 10/13. Veja abaixo um pouco mais sobre cada divisão: 

 

  • CFT/APP – Destinado tanto para pessoas físicas como para pessoas jurídicas, o CFT/APP é obrigatório para quaisquer geradores de resíduos que operem alguma atividade relacionada com materiais poluidores. Empresas que realizam funções de extração, produção, transporte e comercialização de produtos nocivos ao meio ambiente ou provenientes da flora e fauna brasileira devem cadastrar o CTF/APP. 

 

 

  • CFT/AIDA: O CTF/AIDA é uma ferramenta obrigatória às corporações que geram relatórios e estudos técnicos referentes à atividades nocivas ao meio ambiente e saúde pública. Além disso, também é destinado ao comércio e indústrias de aparelhos e equipamentos feitos para controlar atividades poluidoras. 

 

Quais as penalizações pelo não cumprimento da CTF? 

 

 

  • no art. 17 da lei nº 6.938 é determinado que as empresas que exerçam as atividades mencionadas nos incisos I e II e que não estiverem inscritas nos respectivos cadastros incorrerão em infração punível com multa;
  • no art. 81 do decreto 6.514 é definido que as empresas que deixarem de apresentar relatórios ou informações ambientais nos prazos exigidos pela legislação ou, quando determinado pela autoridade ambiental serão punidos com multa. A multa pode varia de R$ 1.000,00 a R$ 100.000,00;
  • no art. 82 determina que a empresa que elaborar ou apresentar informação, estudo, laudo ou relatório ambiental falso, enganoso ou omisso, pagarão uma multa que varia de R$ 1.500,00 a R$ 1.000.000,00.

Compreender a importância do CTF, sobretudo se sua empresa estiver envolvida com atividades poluidoras, é um dever social e ambiental. Registrando o CTF, além de estar em conformidade com a lei, você também estará contribuindo para um planeta mais sustentável. 

Precisando de serviços de gerenciamento de resíduos? Entre em contato com a Pró-Ambiental. Nossos mais de 15 anos de experiência comprovam a competência e efetividade de nosso trabalho.

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Quais empresas são obrigadas a realizar o PGRS?

Se a sua empresa, durante o dia a dia de trabalho, produz algum tipo de resíduo, saiba que muito provavelmente ela deve estar em consonância com as orientações previstas no Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. 

 

Seguir com rigor as leis do PGRS é um atestado de que a empresa consegue gerenciar os resíduos de forma efetiva e, consequentemente, uma maneira de associar a corporação com a imagem de uma empresa que de fato se importa com o meio ambiente. 

 

Nesse artigo, você vai descobrir quais empresas são obrigadas a realizarem a elaboração do PGRS.

 

Mas o que é o PGRS?

Inicialmente, devemos elucidar o papel do PGRS para o meio ambiente. O PGRS (sigla para Plano de Gerenciamento de Resíduos) é um documento que dita não apenas a quantidade de resíduos produzidos, mas também a forma na qual ele será gerenciado. Logo, o PGRS regula desde a segregação, passando pela coleta, armazenamento, transporte, reciclagem e destinação final. 

 

Dessa forma, as empresas que adotarem de maneira comprometida as orientações passadas pelo PGRS, demonstram que estão em dia com o meio ambiente e com o gerenciamento de resíduos produzido diariamente. 

 

A elaboração do PGRS deve ser feita levando em consideração os procedimentos corretos que devem ser tomados na empresa em questão, avaliando os melhores e mais sustentáveis procedimentos para a realidade daquela corporação. Ademais, o documento precisa ser redigido por um responsável técnico habilitado.

 

Quais empresas são obrigadas a realizar o PGRS?

A Lei 12.305 de 2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) determinou no artigo 14 as definições que norteiam as características das organizações que devem seguir o PGRS. 

 

Pela lista, podemos perceber que a grande maioria dos órgãos públicos (sejam municipais, estaduais ou federais) acabam apresentando de alguma forma características que se encaixam no PGRS. 

 

Por fim, a elaboração do PGRS é obrigatório para empresas que apresentem as seguintes características:

  • Empresas que geram resíduos dos serviços públicos de saneamento básico, salvo de resíduos sólidos urbanos domiciliares e de limpeza urbana, originários da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana. 
  • Geradores de resíduos industriais. Ou seja, toda empresa que produza algum tipo de resíduo industrial. 
  • Produtores de resíduos do serviço de saúde. Resíduos presentes em hospitais, clínicas e na indústria farmacêutica. 
  • Geradores de resíduos provenientes da construção civil. Empresas que trabalham com construção, reformas e obras civis de um modo geral. 
  • Empresas que geram resíduos considerados perigosos. Para geradores desse resíduo, mesmo que em pequena escala, deve ser feito um cadastro em órgãos específicos para um melhor acompanhamento. 
  • Geradores de resíduos de transportes. Nesse caso, todas as empresas que trabalham com transportes, sejam marítimas, aéreas ou terrestres, devem realizar o PGRS. 
  • Produtores de resíduos da indústria agropecuária e silviculturas. Frigoríficos, açougue, empresas de processamento de produtos agrícolas estão incluídas nest e grupo.

Sua empresa realiza alguma dessas atividades citadas acima? Sim? Então o PGRS deve ser realizado durante o cotidiano da corporação. Realizar o plano só trará benefícios para você e, antes de qualquer coisa, para o meio ambiente. 

 

Se você precisar de uma empresa especializada no ramo para te auxiliar com o gerenciamento de resíduos, pode contar com a experiência de 15 anos no mercado da Pró-Ambiental! Entre em contato conosco.

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Reciclagem na empresa: tudo que você precisa saber!

Processo de grande importância para a preservação do meio ambiente, a reciclagem figura entre um dos métodos mais eficientes para tornar sua empresa mais sustentável. E especialmente nos dias de hoje, estar em consonância com o meio ambiente é a garantia de passar uma boa imagem da corporação. 

 

Em poucas palavras, a reciclagem tem como principal objetivo o reaproveitamento de resíduos que seriam descartados logo após o uso, oferecendo-os uma nova utilidade como matéria-prima ou produto. 

 

Nesse artigo, iremos te mostrar tudo que você precisa saber sobre o processo de reciclagem dentro de uma empresa!

O que é a reciclagem?

O primeiro ponto aqui é entender o foco primordial da reciclagem: reduzir o acúmulo de resíduos produzidos diariamente no cotidiano da empresa. E essa redução acontece por meio de um método de reaproveitamento de um resíduo que não apresenta mais funcionamento para o processo. 

 

Portanto, ao utilizar uma série de técnicas próprias para esse fim, um resíduo que seria descartado após chegar em um estado que não seja mais útil para empresa é transformado em uma nova matéria-prima com novas funções. Por fim, os resíduos são separados por material (papel, vidro, plástico, metal, etc) e tomam suas novas formas ao fim do processo. 

 

A reciclagem é classificada pelo próprio Ministério do Meio Ambiente como um dos métodos mais eficientes de tratamento de resíduos, visto que além da redução na produção de resíduos, o processo também gera milhares de empregos.

Quais os benefícios da reciclagem?

 

Já vimos a importância da reciclagem tanto para a empresa quanto para o meio ambiente. Agora, o próximo passo é compreendermos os benefícios que o ato de reciclar pode trazer. E acredite: são muitos! 

 

Em primeiro lugar, a reciclagem atua diretamente na redução de resíduos no meio ambiente. Reciclar evita, por exemplo, a produção de novos materiais (como o papel, que exigiria o corte de árvores), além de afastar a emissão de gases poluentes, vide o metano e o gás carbônico. 

 

Além desse fator, a reciclagem pode servir como um grande marketing positivo para sua empresa. Afinal, qual empresa não gostaria de ter a imagem social atrelada com preservação da natureza?

 

Reciclagem e gestão de resíduos: qual a importância?

 

Uma companhia pode produzir uma quantidade massiva de resíduos durante o dia a dia. Para evitar que essa produção acabe por se transformar em acúmulo residual, o controle dos resíduos torna-se essencial na rotina da empresa. 

 

Portando, aliado com a reciclagem, deve haver um efetivo gerenciamento de resíduos funcionando dentro da corporação. 

 

E por “gerenciamento de resíduos”, entendemos a asseguração de todas as etapas da vida útil de um resíduo. Desde a fase de produção, passando pelo acondicionamento, transporte, a própria reciclagem até a destinação final. 

 

E a melhor forma de garantir um gerenciamento de resíduos seguro é trabalhando com uma empresa especializada no ramo. E a Pró-Ambiental possui exatamente a experiência necessária para contribuir de forma profissional no controle residual de sua corporação. 

 

Afinal, são mais de 15 anos de atuação na área que vão te assegurar um serviço de competência e qualidade!

 

 

 

 

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Quais as diferenças entre lixo, resíduo e rejeito?

As definições de “lixo”, “resíduos” e “rejeitos” são muitas vezes determinadas como sinônimas. No entanto, essa concepção está equivocada. Apesar de possuírem semelhanças em alguns aspectos, cada termo conta com suas características próprias e particularidades que devem ser compreendidas. 

Entender as diferenças entre as três palavras é essencial para uma destinação correta dos resíduos, além de ser uma forma de ganhar dinheiro, visto que existem inúmeros compradores e fornecedores no mercado que podem estar precisando do seu coproduto. 

Para te ajudar a diferenciar os três termos, escrevemos esse artigo pontuando as principais características do lixo, do resíduo e do rejeito.

O que é lixo?

Seguindo a definição do dicionário, a palavra “lixo” consiste teoricamente em tudo aquilo que não possui mais nenhum tipo de utilidade e pode ser descartado. Algo que perdeu valor.

Mesmo sendo o termo mais popular e recorrente das três no dia a dia, no meio técnico e especializado muito se evita o uso da palavra.

 Isso porque com as evoluções tecnológicas e com as avançadas técnicas de reciclagem que temos atualmente, é muito difícil um material se tornar totalmente inutilizável e descartável de modo que não possa ser reaproveitado de nenhuma maneira. 

O que é resíduo?

O resíduo consiste em um material que, mesmo após ter sido descartado por alguém, ainda pode ser reciclado ou reaproveitado de maneira que se transforme em uma nova matéria-prima que tenha utilidade. 

Dessa forma, os resíduos podem ser reciclados e utilizados para diversas outras funções e finalidades

 No entanto, para o processo de reciclagem ocorrer da melhor forma possível, é importante que você conheça os tipos mais comuns de resíduos sólidos produzidos, que são:

– Resíduos urbanos: papel, plástico, metal, vidro, matéria orgânica, etc. 

– Resíduos da construção civil: produzidos em construções, obras e demolições.

-Resíduos industriais: provenientes de processos industriais, vide fabricação de peças, usinagem, etc.

– Resíduos hospitalares: produzidos em hospitais, clínicas de odontologia e veterinárias.

E para o descarte dos resíduos ser realizado da forma correta, separe-os conforme suas classificações e entre em contato com uma empresa especializada em destinação de resíduos para realizar o serviço. 

O que é rejeito?

Por fim, o rejeito representa a fase em que o material descartado tornou-se de fato totalmente obsoleto, descartável e não utilizável para nenhuma função.

Em suma, o rejeito é uma forma específica de resíduo que, por ter sido reutilizada tantas vezes, já foi inteiramente esgotada e não pode mais ser aproveitada ou reciclada. 

 Nesse caso, os rejeitos possuem como única alternativa possível a sua destinação para aterros sanitários licenciados ou até mesmo a incineração. 

Apesar de constantemente confundidos, você viu que existem boas diferenças entre o lixo, o resíduo e o rejeito.  Ao compreender os pontos que diferem um de outro, a gestão de resíduos realizada pela sua empresa será realizada de forma muito mais rápida e fácil.

E precisando de serviços de coleta, transporte, valorização e destinação final de resíduos, lembre-se que pode contar com a Pró-Ambiental. Afinal, são 15 anos de relevância e experiência no mercado, buscando sempre realizar um trabalho de excelência para nossos clientes.

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Quais as vantagens da incineração de resíduos?

A incineração é considerada um método muito eficiente para a destinação dos resíduos produzidos por uma empresa. Como uma prática sustentável, a incineração de fato possui diversos pontos positivos. 

Entretanto, é válido frisar que deve-se contratar especialistas para a prática manter tal efetividade. Os níveis de emissões atmosféricas legalizados pela norma cobram 0,0000098, já os índices emitidos pela tecnologia avançada da Pró-Ambiental atingem apenas 0,00000000000000000098. Continue a leitura do artigo e entenda o porquê é vantajoso incinerar resíduos.

Vantagens da incineração de resíduos 
  • Reduz o volume de resíduos: A maior vantagem do processo de incineração é a drástica redução dos resíduos que seriam destinados para aterros. Como consequência dessa redução, o aterro no qual os resíduos seriam enviados acaba ganhando mais espaço e vida útil.
  • Gera lucro: A incineração tem também a grande vantagem de produzir energia conforme a prática acontece. A queima dos resíduos gera energia térmica que, posteriormente pode se transformar energia elétrica. Além disso, as cinzas resultantes do método também podem ser comercializadas para a produção de materiais como cimento e cerâmica.
  • Ótimo para destinação de resíduos perigosos: Uma das melhores formas de destinar resíduos perigosos é incinerando. Por eles apresentarem alto grau de periculosidade em suas composições, a destruição completa que o processo de incineração promove é a maneira mais segura de destinar. 
  • Preserva o meio ambiente: Por último mas não menos importante, a incineração evita o acúmulo de resíduos em locais indevidos, contribuindo assim para a prevenção a poluição e contaminação do solo, rios, etc. 

 

Sem dúvida nenhuma, a incineração representa uma ótima opção para destinar os resíduos que empresas produzem. O ponto principal aqui é ressaltar os prós e analisar se a empresa oferecedora do serviço de incineração, atende a todas as normas e assumem compromisso com o meio ambiente.

A Pró Ambiental é empresa pioneira na America Latina na incineração de resíduos perigosos, por meio da utilização de um maquinário com tecnologia alemã. Trabalho com excelência na qualidade, respaldo às empresas e manutenção do meio ambiente.

E como vai o gerenciamento de resíduos da sua empresa? A Pró-Ambiental pode te auxiliar a realizar desde a fase de coleta até o tratamento, transporte e destinação final. Afinal, os 15 anos de experiência no mercado atestam a qualidade no nosso trabalho. Entre em contato conosco e vamos fechar essa parceria! 

 

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Resíduos de supermercado: Como proceder?

Classificados pela lei 12.305/2010 Art.3 da Política Nacional de Resíduos Sólidos como parte do grupo de “grandes geradores”, os supermercados são estabelecimentos que trabalham com uma enorme variedade de produtos, tornando-os poluidores em potencial e trazendo à tona a necessidade de um gerenciamento de resíduos operante. Afinal, a quantidade do volume residual produzido em apenas um dia de trabalho é gigantesca. 

Restos orgânicos, sacolas plásticas, papelão e madeiras são os tipos mais comuns de materiais que são descartados nos supermercados. Portanto, nesse ambiente é possível acharmos a grande maioria dos tipos de resíduos, inclusive os caracterizados como “perigosos”

Consequentemente, torna-se inevitável a instauração de um gerenciamento de resíduos que de fato funcione no supermercado. Você sabe como desenvolver um? Continue a leitura que explicaremos ao decorrer do artigo. 

Conheça os resíduos produzidos no supermercado

O primeiro e indispensável passo para elaborar um gerenciamento eficiente é reconhecer os tipos de resíduos presentes durante o dia a dia do supermercado. Além de facilitar o processo de destinação, também é uma forma de mensurar os materiais que possam estar sendo desperdiçados.

Apesar dos resíduos sólidos (papelões, madeiras, orgânicos, sacolas plásticas) representarem a maioria, outros tipos de resíduos como sobras de líquidos e produtos de limpeza também são produzidos. E alguns deles podem apresentar características nocivas para a saúde e para o meio ambiente, o que deve redobrar o cuidado durante o processo de gerenciamento. 

Nesse cenário, é importante ter em mente que os resíduos, ao serem separados, não devem ser misturados. Respeite as propriedades de cada um. 

Envolva os funcionários do mercado no mesmo objetivo 

O objetivo de reduzir a produção e destinar corretamente os resíduos produzidos não pode partir de apenas uma pessoa. Dessa forma, todos os funcionários do supermercado devem possuir o mesmo direcionamento quanto o gerenciamento residual. 

Busque orientar e alertar os funcionários sobre os perigos do descarte indevido de resíduos, explicitando como eles podem ser peças fundamentais e ativas para a preservação do meio ambiente.  

Portanto, envolver os seus colaboradores é imprescindível para o processo ocorrer de forma mais fluida. Afinal, quanto mais pessoas estiverem empenhadas, mais resultados aparecerão. 

Realize um PGRS 

O PRGS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) é um documento que deve anualmente ser apresentado ás autoridades fiscalizadoras municipais.

Esse documento é importante por servir como um atestado de que o supermercado é capacitado para gerenciar o próprio resíduo gerado em suas atividades. 

Ao elaborar e colocar o PGRS em prática, além de estar em dia com a lei 12.305/2010, você também estará garantindo um processo de gerenciamento de qualidade para o supermercado. 

Contate uma empresa especializada 

Por fim, contar com um aparato profissional é sempre uma garantia de segurança. Pensando nisso, procure uma empresa especializada no ramo de resíduos para auxiliar no processo de gerenciamento residual do seu supermercado. 

Essas empresas possuem tanto o know how quanto os equipamentos necessários para a realização desde as tarefas de coleta até a destinação final de resíduos. 

A Pró-Ambiental está pronta para te ajudar nesse objetivo de proteger o meio ambiente e transformar o mundo em um lugar melhor. Nos contate e firme essa parceria! 

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