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O que uma empresa pode fazer para reduzir o impacto no meio ambiente?

A sustentabilidade no mundo empresarial é um tópico que vem crescendo cada dia mais. Uma empresa atenta às pautas sustentáveis, além de estar contribuindo para um futuro melhor para as próximas gerações, também será vista como uma corporação que se preocupa com a preservação da natureza. 

No entanto, alguns passos são fundamentais para que sua empresa tire a preocupação com o meio ambiente do campo das ideias e traga para a vida real. E a produção de resíduos gerada nas atividades está no centro desses passos. 

Nesse artigo, te apresentaremos quatro dicas para sua empresa reduzir os impactos ambientais.

 

1 – Realizar um mapeamento da geração de resíduo por fonte geradora é necessário. 

O primeiro passo aqui é o mapeamento de resíduos. Nesta etapa, você poderá avaliar as fontes que desperdiçam mais matéria prima, além de conseguir visualizar quais as melhores formas para reduzir a geração desses resíduos. 

Por meio desta ferramenta, você não apenas estará reduzindo os impactos provocados pelo acúmulo de resíduos, como também conseguirá ter uma visão mais ampla do que está sendo gasto de forma displicente. Economia e sustentabilidade em conjunto. 

 

2 – Compreenda os tipos de resíduos produzidos nas atividades da empresa.

A caracterização de resíduos é uma etapa extremamente importante para o gerenciamento residual na sua empresa. Conhecer os tipos de resíduos que sua corporação mais produz durante o dia a dia de trabalho é indispensável para um empreendedor  preocupado com questões ambientais. 

Segundo a NBR 10.004/2004 da ABNT, as classificações são as seguintes: 

 

  • classe I – resíduos perigosos: São aqueles que apresentam periculosidade e características como inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade e patogenicidade.
  • classe II A – resíduos não inertes: são aqueles que não se enquadram nas classificações de resíduos classe I – Perigosos ou de resíduos classe II B – Inertes. Os resíduos classe II A – Não inertes podem ter propriedades, tais como: biodegradabilidade, combustibilidade ou solubilidade em água.
  • classe II B – resíduos inertes: São quaisquer resíduos que, quando amostrados de uma forma representativa e submetidos a um contato dinâmico e estático com água destilada ou deionizada, à temperatura ambiente não tiverem nenhum de seus constituintes solubilizados a concentrações superiores aos padrões de potabilidade de água, excetuando-se aspecto, cor, turbidez, dureza e sabor.

 

Ao possuir o conhecimento prévio dessas classificações, a destinação será feita de maneira adequada dependendo do tipo de resíduo produzido. 

3 – Reduza a geração de resíduos com a política dos 5 Rs. 

Uma das maneiras mais eficientes de reduzir a geração de resíduos em sua empresa é colocando em prática a política dos 5 Rs:

    • Repensar: Refletir acerca dos impactos ambientais causados pela produção de resíduos.
    • Reduzir: Cortar excessos e diminuir a geração de resíduos.
    • Recusar: Evitar consumo exagerado, trabalhando apenas com o necessário e recusando produtos que causem danos ao meio ambiente.

 

  • Reciclar: Transformar resíduos usados em uma matéria prima nova. 

 

  • Reutilizar: Dar utilidades novas aos materiais que julgamos inúteis. 

 

4 – Conte com o auxílio de uma empresa especializada.

Mesmo realizando todos os passos citados acima, em algum momento você precisará do auxílio de uma empresa especializada em resíduos.

 

E essa necessidade surge porque essas empresas possuem, além da expertise que um trabalho de gerenciamento de resíduos pede, todo o maquinário e equipamentos necessários para a atividade. 

 

E a Pró-Ambiental tem todo o aparato técnico e profissional que sua empresa precisa. Entre em contato conosco!

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Quais serão as tendências de sustentabilidade empresarial em 2021?

A pandemia do COVID-19 marcou de forma muito significativa e delicada o ano de 2020. Basicamente todas as áreas da sociedade foram afetadas tanto pela doença em si quanto pelos resultados do isolamento social.

E justamente pelas complicações que o ano de 2020 trouxe, a sustentabilidade nas empresas deverá passar por certas reformulações no próximo ano visando tirar o atraso trazido pelo Coronavírus. 

Nesse artigo, te explicaremos as tendências da sustentabilidade empresarial no ano de 2021. 

 

 

  • Sustentabilidade empresarial após a pandemia: como ficará? 

 

 

A sustentabilidade empresarial é uma noção que ganhou grande projeção a partir do momento que os clientes passaram a exigir responsabilidade ambiental das empresas em suas atividades. 

 

Consequentemente, por todas as mudanças que a pandemia trouxe para as empresas, três pilares ambientais passaram a ser incorporados pelas corporações em suas atividades: o social, o ambiental e o econômico. 

 

Nesse cenário, a saúde e o bem estar dos colaboradores passaram a ser tópicos ainda mais prezados. Tendência esta que certamente perdurará no ano de 2021. A solidariedade e preocupação com o social devem estar mais em voga que nunca nos negócios. 

 

Ademais, certamente os investidores e consumidores olharão com mais cuidado para as empresas no ano de 2021. Fatores como a forma que elas lidam com a pandemia e se os valores sustentáveis efetivamente foram colocados em prática serão levados em consideração. 

 

 

  • Quais serão as mudanças na sustentabilidade empresarial em 2021? 

 

 

Impulsionadas pela pandemia, inúmeras mudanças comportamentais ocorreram e continuarão ocorrendo dentro das empresas no ano de 2021. Essas mudanças tornaram possível o surgimento de novas formas de negócio mais sustentáveis. 

 

Talvez a mais significativa dessas mudanças resultantes da pandemia tenha sido o exponencial crescimento do Home Office. Muitas corporações aderiram o trabalho remoto em suas atividades durante os meses de quarentena. E pelo que tudo indica, essa prática não passará tão cedo. A Petrobrás, por exemplo, anunciou que deve manter 10 mil trabalhadores em Home Office após a pandemia. 

 

E a adoção do trabalho em casa resulta em benefícios para o meio ambiente. A economia de água, luz e outros recursos necessários para manter as instalações é um grande exemplo de como a pandemia pode ter apresentado traços minimamente positivos em um cenário caótico. 

 

 

  • Quais as prováveis mudanças para destinações e gerenciamento de resíduos em 2021? 

 

 

O gerenciamento de resíduos atua como uma efetiva maneira de economizar recursos naturais, além de servir como fonte de emprego e renda para catadores, por exemplo. 

 

Provavelmente, as recomendações para gerenciamento não devem se alterar pela pandemia. A única questão que necessariamente deve passar por reformulações é em relação aos serviços de coleta seletiva. 

 

Considerando o fato que a problemática da doença ainda não foi resolvida, as empresas não poderão expor os trabalhadores – responsáveis pela coleta seletiva, transporte e manejo de resíduos – ao risco de contaminação. Nesse caso, medidas de segurança deverão ser tomadas. 

 

O futuro da sustentabilidade ambiental dependerá dos três pilares citados acima: o social, o ambiental e o econômico. Com a tendência do mercado de unir essas três frentes, podemos esperar que as empresas mantenham-se cada vez mais atentas com questões ambientais. 

 

E necessitando de uma empresa renomada no ramo de resíduos, entre em contato com a Pró-Ambiental. Estamos preparados para te ajudar. 

 

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Você sabe o que é Certificado de Destinação Final de Resíduos?

Você sabe o que é o CDF (Certificado de Destinação Final de Resíduos)? Especialmente se sua empresa gera algum tipo de resíduo sólido, essa é uma sigla que você precisa saber muito bem o significado e qual sua importância. 

O CDF é um documento que atesta que a tecnologia usada na destinação residual está em conformidade com as normas ambientais, não causando impactos para a natureza. A emissão do documento é realizada via MTR Online. 

Nesse artigo, vamos te explicar o que é Certificado de Destinação Final de Resíduos e qual sua importância para o meio ambiente. 

 

O que é o CDF?

De maneira resumida, o Certificado de Destinação Final de Resíduos, documento emitido pelo destinador, tem como principal objetivo garantir que o processo de destinação foi realizado de forma cuidadosa pelo gerador. 

Em outras palavras, o CDF fornece todo um detalhamento sobre os trâmites que envolvem a destinação desde sua origem até o destino final de fato, informando que o gerenciamento do resíduo foi adequado para a sua classificação. 

Ademais, também é emitida uma nota fiscal no CDF que conta com informações sobre peso, quantidade de resíduos, identificações e classes.

 

Qual a importância de possuir o CDF?

Hoje em dia, especialmente, empresas vêm progressivamente adotando práticas mais sustentáveis e pró meio ambiente para se adequarem às normas regulamentares. A garantia que sua corporação esteja em conformidade com a natureza é indispensável. 

E o CDF é uma maneira efetiva de apresentar à comunidade que sua empresa de fato não apenas conhece os impactos que uma destinação final de resíduos displicente pode causar, como busca resolver essa problemática por meio de ações. 

Portanto, o CDF acaba por ser um atestado de que sua empresa está andando conforme as normas ambientais no que se refere à destinação de resíduos.

 

Como emitir o Certificado de Destinação Final de Resíduos?

Para a emissão deste documento, você precisa entrar no MTR Online – SINIR, um sistema online desenvolvido justamente com o intuito de emitir o CDF. 

No MTR Online, o gerador, o transportador, o armazenador e o destinador apresentam informações importantes dos resíduos produzidos. 

Por fim, o SINIR é uma ferramenta do PNRS que busca aglutinar todos os dados referentes ao processo de gerenciamento de resíduos.

 

Quais informações constam no CDF?

Nesse documento, você deve encontrar a nota fiscal, identificação de peso e classe dos resíduos e quantitativos. Além disso, esses outros tópicos também devem estar presentes no CDF: 

 

  • Cabeçalho que conste dados cadastrais referente ao tratador (nome, CPF, informações de localização, etc)
  • Dados do gerador dos resíduos. Aqui, as informações da empresa que está enviando o os resíduos devem ser informadas.
  • Listagem completa dos resíduos. Aqui, todas as informações referentes ao resíduo devem ser especificadas. 
  • Dados do licenciamento ambiental do destinador. Aqui deve conter o registro do número da LAO (licença ambiental de operação) do destinador, além do prazo de validade e código de atividade do destinador.
  • Declaração de que os resíduos foram entregues de forma segura. 

 

O CDF é um certificado de muita importância para o meio ambiente. Monitorar os resíduos produzidos pela empresa é uma efetiva forma de evitar impactos significativos para a natureza. 

E precisando de auxílio para realizar o gerenciamento residual de sua corporação? Conte com a experiência e atuação de 15 anos no mercado da Pró-Ambiental! Entre em contato conosco!

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Você sabe o que é o MOPP e qual sua importância?

Se a sua empresa trabalha com alguma atividade que envolva resíduos perigosos, é essencial que você saiba o que representa o curso de Movimentação de Produtos Perigosos, ou como é mais conhecido, o MOPP. 

Essencial para evitar problemas ou acidentes que causem algum tipo de risco para a vida humana ou para a natureza, o MOPP tem como principal objetivo orientar da melhor forma possível como o transporte de resíduos perigosos deve ser realizado em plena segurança. 

Mas você sabe efetivamente o que é o MOPP e qual sua importância para o processo de gerenciamento de resíduos? Continue a leitura do artigo que vamos te explicar!

 

O que é o MOPP?

Em resumo, o MOPP é um curso de especialização em transporte de resíduos perigosos que tem como foco principal auxiliar os condutores sobre os cuidados necessários que devem ser tomados na realização desse trâmite. 

Ou seja, nesse curso, o motorista ganha um aparato completo sobre como deve se portar no trânsito carregando resíduos perigosos em seu veículo. Ele é auxiliado da melhor forma possível a agir em determinadas situações sem colocar a sua vida e a de terceiros em risco. 

Dessa forma, o MOPP é indispensável para todo condutor que trabalha com esse tipo de resíduo. O curso atua diretamente na prevenção de problemas no trânsito, evitando eventuais acidentes que poderiam acontecer sem o conhecimento necessário.

 

Quais resíduos devem ser transportados por um condutor que tenha feito MOPP?

Segundo determinações do Detran, os resíduos que, para serem transportados, necessitam de um motorista aprovado pelo MOPP são: 

  • Gases
  • Explosivos
  • produtos transportados a altas temperaturas
  • Corrosivos
  • Substâncias perigosas diversas 
  • Substâncias radioativas 
  • Sólidos inflamáveis 
  • Substâncias tóxicas e infectantes 
  • Substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos
Como o curso MOPP é realizado?

O órgão responsável pelo MOPP é o Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), de acordo com a lei 96.044/88. No total, o curso possui uma carga horária de duração que varia entre 40 e 60 horas práticas e teóricas. 

O MOPP prepara os motoristas para que eles estejam prontos para a resolução de quaisquer problemáticas referentes ao transporte de cargas perigosas. O objetivo aqui é formar profissionais responsáveis que compreendem a seriedade da atividade que exercem. 

Os temas abordados no curso são: 

  • Legislação do trânsito 
  • Primeiros socorros 
  • Ambiente e cidadania 
  • Movimentação de produtos perigosos
  • Prevenção de incêndios
  • Normas de segurança 
  • Direção defensiva
Quais os requisitos para o MOPP?

O curso pode ser realizado apenas pelos motoristas que atenderem os seguintes pré-requisitos básicos:

  • O motorista precisa ter mais de 21 anos
  • Possuir habilitação na categoria B, C, D ou E
  • O motorista não pode ter cometido infrações graves/gravíssimas (ou reincidir infrações médias) nos últimos doze meses. 
  • O condutor não pode estar cumprindo qualquer tipo de pena que o prive do direito de dirigir, como a cassação do CNH, por exemplo. 

Caso você trabalhe com resíduos perigosos, é uma responsabilidade de sua empresa que os transportadores estejam em conformidade com o MOPP. Seguindo de forma responsável as orientações do curso, acidentes ou problemas de trânsito serão muito mais difíceis de acontecer. 

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Quais empresas são obrigadas a realizar o PGRS?

Se a sua empresa, durante o dia a dia de trabalho, produz algum tipo de resíduo, saiba que muito provavelmente ela deve estar em consonância com as orientações previstas no Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos. 

 

Seguir com rigor as leis do PGRS é um atestado de que a empresa consegue gerenciar os resíduos de forma efetiva e, consequentemente, uma maneira de associar a corporação com a imagem de uma empresa que de fato se importa com o meio ambiente. 

 

Nesse artigo, você vai descobrir quais empresas são obrigadas a realizarem a elaboração do PGRS.

 

Mas o que é o PGRS?

Inicialmente, devemos elucidar o papel do PGRS para o meio ambiente. O PGRS (sigla para Plano de Gerenciamento de Resíduos) é um documento que dita não apenas a quantidade de resíduos produzidos, mas também a forma na qual ele será gerenciado. Logo, o PGRS regula desde a segregação, passando pela coleta, armazenamento, transporte, reciclagem e destinação final. 

 

Dessa forma, as empresas que adotarem de maneira comprometida as orientações passadas pelo PGRS, demonstram que estão em dia com o meio ambiente e com o gerenciamento de resíduos produzido diariamente. 

 

A elaboração do PGRS deve ser feita levando em consideração os procedimentos corretos que devem ser tomados na empresa em questão, avaliando os melhores e mais sustentáveis procedimentos para a realidade daquela corporação. Ademais, o documento precisa ser redigido por um responsável técnico habilitado.

 

Quais empresas são obrigadas a realizar o PGRS?

A Lei 12.305 de 2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos) determinou no artigo 14 as definições que norteiam as características das organizações que devem seguir o PGRS. 

 

Pela lista, podemos perceber que a grande maioria dos órgãos públicos (sejam municipais, estaduais ou federais) acabam apresentando de alguma forma características que se encaixam no PGRS. 

 

Por fim, a elaboração do PGRS é obrigatório para empresas que apresentem as seguintes características:

  • Empresas que geram resíduos dos serviços públicos de saneamento básico, salvo de resíduos sólidos urbanos domiciliares e de limpeza urbana, originários da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana. 
  • Geradores de resíduos industriais. Ou seja, toda empresa que produza algum tipo de resíduo industrial. 
  • Produtores de resíduos do serviço de saúde. Resíduos presentes em hospitais, clínicas e na indústria farmacêutica. 
  • Geradores de resíduos provenientes da construção civil. Empresas que trabalham com construção, reformas e obras civis de um modo geral. 
  • Empresas que geram resíduos considerados perigosos. Para geradores desse resíduo, mesmo que em pequena escala, deve ser feito um cadastro em órgãos específicos para um melhor acompanhamento. 
  • Geradores de resíduos de transportes. Nesse caso, todas as empresas que trabalham com transportes, sejam marítimas, aéreas ou terrestres, devem realizar o PGRS. 
  • Produtores de resíduos da indústria agropecuária e silviculturas. Frigoríficos, açougue, empresas de processamento de produtos agrícolas estão incluídas nest e grupo.

Sua empresa realiza alguma dessas atividades citadas acima? Sim? Então o PGRS deve ser realizado durante o cotidiano da corporação. Realizar o plano só trará benefícios para você e, antes de qualquer coisa, para o meio ambiente. 

 

Se você precisar de uma empresa especializada no ramo para te auxiliar com o gerenciamento de resíduos, pode contar com a experiência de 15 anos no mercado da Pró-Ambiental! Entre em contato conosco.

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Você sabe a diferença entre a classificação e a caracterização dos resíduos?

Classificar e caracterizar resíduos, apesar de soarem como termos parecidos, são duas fases bem diferentes durante o processo de gerenciamento residual dentro de uma empresa. Cada uma apresenta particularidades que devem ser respeitadas. 

 

Enquanto a caracterização se mostra uma fase em que são definidas as propriedades físicas, biológicas e composições químicas de um resíduo, a classificação se baseia em identificar as atividades que originaram o resíduo. 

 

No decorrer desse texto, vamos te explicar de forma detalhada as diferenças mais significativas entre a classificação e caracterização de resíduos.

 

O que é a caracterização dos resíduos?

 

Chegando na fase final do gerenciamento, a destinação final, é necessário que se tenha um conhecimento prévio sobre as características físicas, químicas e biológicas de cada resíduo. Essas informações são imprescindíveis para que o resíduo seja destinado da forma adequada para suas composições. 

 

Dessa forma, a caracterização, como o nome sugere, é a fase em que essas propriedades são identificadas e registradas. Com esses dados em mãos, a destinação final será realizada de maneira personalizada, levando sempre em consideração as caracterizações encontradas em cada resíduo. 

 

A primeira fase desse processo de caracterização consiste em uma descrição minuciosa das origens do produto, além de outras informações referentes ao estado físico, cor, odor e grau de heterogeneidade.

 

Na segunda fase, é avaliado o estado físico, o processo que se originou, a atividade industrial que o resíduo pertence e qual seu constituinte principal. E por fim, a terceira fase tem como objetivo definir a destinação final do resíduo.

 

O que é classificação dos resíduos?

 

Já no caso da classificação, o foco principal é identificar tanto os constituintes residuais quanto os processos que deram origem ao resíduo e, em um segundo momento, realizar uma comparação destes constituintes com a listagem de substâncias que tragam algum impacto para o meio ambiente. 

 

No Brasil, essa classificação é realizada por meio da NBR 10.004/04 da ABNT, que visa a identificação de eventuais riscos para o meio ambiente que os resíduos podem causar. 

Segundo a ABNT, as classificações dos resíduos são:

 

 

  • Resíduos Classe I – Perigosos: Resíduos que apresentam características como reatividade, toxicidade, corrosividade, inflamabilidade, etc. Exemplos: restos de tinta, material hospitalar, produtos radioativos. 
  • Resíduos Classe II A – Não inertes: Resíduos que não se encaixam nas classificações de resíduo Classe I ou resíduos de classe II B. Costumam possuir propriedades como combustibilidade ou solubilidade na água. Exemplos: restos de madeira, fibras de vidro, gessos e lixas. 

 

  • Resíduos Classe II B – Inertes: São resíduos que, quando entram em contato estático e dinâmico com a água deionizada ou destilada em temperatura ambiente, mantém seus constituintes com concentrações que perpassam aos padrões naturais de potabilidade da água. Exemplos: areia, sucata, entulhos de demolição.

Saber as particularidades existentes entre a classificação e a caracterização de resíduos é um ponto de extrema importância para realizar um gerenciamento de resíduos eficiente e correto em sua empresa. 

 

E necessitando de um auxílio profissional para gerenciar resíduos, você pode sempre contar com a experiência de 15 anos no mercado da Pró-Ambiental. Entre em contato conosco!

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Reciclagem na empresa: tudo que você precisa saber!

Processo de grande importância para a preservação do meio ambiente, a reciclagem figura entre um dos métodos mais eficientes para tornar sua empresa mais sustentável. E especialmente nos dias de hoje, estar em consonância com o meio ambiente é a garantia de passar uma boa imagem da corporação. 

 

Em poucas palavras, a reciclagem tem como principal objetivo o reaproveitamento de resíduos que seriam descartados logo após o uso, oferecendo-os uma nova utilidade como matéria-prima ou produto. 

 

Nesse artigo, iremos te mostrar tudo que você precisa saber sobre o processo de reciclagem dentro de uma empresa!

O que é a reciclagem?

O primeiro ponto aqui é entender o foco primordial da reciclagem: reduzir o acúmulo de resíduos produzidos diariamente no cotidiano da empresa. E essa redução acontece por meio de um método de reaproveitamento de um resíduo que não apresenta mais funcionamento para o processo. 

 

Portanto, ao utilizar uma série de técnicas próprias para esse fim, um resíduo que seria descartado após chegar em um estado que não seja mais útil para empresa é transformado em uma nova matéria-prima com novas funções. Por fim, os resíduos são separados por material (papel, vidro, plástico, metal, etc) e tomam suas novas formas ao fim do processo. 

 

A reciclagem é classificada pelo próprio Ministério do Meio Ambiente como um dos métodos mais eficientes de tratamento de resíduos, visto que além da redução na produção de resíduos, o processo também gera milhares de empregos.

Quais os benefícios da reciclagem?

 

Já vimos a importância da reciclagem tanto para a empresa quanto para o meio ambiente. Agora, o próximo passo é compreendermos os benefícios que o ato de reciclar pode trazer. E acredite: são muitos! 

 

Em primeiro lugar, a reciclagem atua diretamente na redução de resíduos no meio ambiente. Reciclar evita, por exemplo, a produção de novos materiais (como o papel, que exigiria o corte de árvores), além de afastar a emissão de gases poluentes, vide o metano e o gás carbônico. 

 

Além desse fator, a reciclagem pode servir como um grande marketing positivo para sua empresa. Afinal, qual empresa não gostaria de ter a imagem social atrelada com preservação da natureza?

 

Reciclagem e gestão de resíduos: qual a importância?

 

Uma companhia pode produzir uma quantidade massiva de resíduos durante o dia a dia. Para evitar que essa produção acabe por se transformar em acúmulo residual, o controle dos resíduos torna-se essencial na rotina da empresa. 

 

Portando, aliado com a reciclagem, deve haver um efetivo gerenciamento de resíduos funcionando dentro da corporação. 

 

E por “gerenciamento de resíduos”, entendemos a asseguração de todas as etapas da vida útil de um resíduo. Desde a fase de produção, passando pelo acondicionamento, transporte, a própria reciclagem até a destinação final. 

 

E a melhor forma de garantir um gerenciamento de resíduos seguro é trabalhando com uma empresa especializada no ramo. E a Pró-Ambiental possui exatamente a experiência necessária para contribuir de forma profissional no controle residual de sua corporação. 

 

Afinal, são mais de 15 anos de atuação na área que vão te assegurar um serviço de competência e qualidade!

 

 

 

 

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Como realizar o descarte das máscaras de proteção contra o COVID-19

A pandemia do Coronavírus trouxe para o mundo uma série de mudanças no cotidiano das pessoas. E uma dessas mudanças mais significativas foi a adição de uma peça no guarda roupa que até então não era tão comum no Brasil: as máscaras de proteção. 

 

Especialmente em áreas de maior contágio (como as grandes cidades, por exemplo), as máscaras se mostram ativamente presentes como medida de prevenção. Mas afinal: você sabe como realizar o descarte correto dessas máscaras? 

 

Nesse post, te daremos algumas dicas sobre como descartar corretamente as máscaras de proteção e prevenir a proliferação do Coronavírus.

Descartar em lixo comum é seguro?

 

Por esse cenário de pandemia se mostrar uma situação atípica para todos, é normal não sabermos como realizar esse descarte da melhor forma. Afinal, até um ano atrás, a máscara era usada apenas em situações extremamente específicas. 

 

Em decorrência dessa falta de familiaridade com o item, a primeira coisa que nos vem em mente nesse momento é: devemos jogar no lixo comum, correto?

 

Errado. O descarte desse tipo de material deve seguir alguns procedimentos que assegurem a segurança de terceiros, visto que a máscara pode estar infectada e, consequentemente, pode contaminar os profissionais que trabalham com coleta de resíduos.

Como descartar minha máscara?

 

Como vimos, esses resíduos não podem ser tratados de forma comum e requerem um cuidado especial na hora do descarte. Mas a pergunta que fica é: como descartar as máscaras de proteção corretamente? 

 

Seguindo orientações detalhadas que estão presentes no próprio site do Ministério da Saúde, os passos para o descarte correto de máscara (incluindo as de pano) são: 

  • PASSO 1: Tire cuidadosamente a máscara pelo elástico. Não se esqueça de prestar atenção para não encostar na parte da frente do material
  • PASSO 2: Coloque em uma sacola plástica separada especificamente para reservar máscaras. 

 

  • PASSO 3: Quando a sacola de máscaras estiver atingindo aproximadamente ⅔ de sua capacidade total, feche e coloque-a dentro de outra sacola mais resistente. 
  • PASSO 4: Escreva de forma bem legível uma identificação na sacola, alertando sobre seu conteúdo. 

 

  • PASSO 5: Jogue a sacola juntamente com resíduos orgânicos. O objetivo principal nesse passo é evitar que catadores tenham algum tipo de contato direto com o material.
Como saber quando descartar minha máscara?

 

Em casos de máscaras descartáveis, o descarte deve ser feito logo após o uso para assegurar a proteção e evitar eventuais falhas no desempenho da mesma. 

Por ser feita de um material menos resistente que as máscaras de pano, por exemplo, lavar e reutilizar diversas vezes não é recomendado. 

No caso de máscaras laváveis e mais resistentes, você deve verificar constantemente se existe a presença de algum furo, rasgo ou dano que prejudique a sua proteção. 

Nesse momento tão marcante para a sociedade, toda informação que ajude no combate contra o COVID-19 é extremamente valiosa e relevante. 

Ao conhecer a maneira correta de realizar o descarte das máscaras e respeitar os cuidados citados acima, você estará contribuindo de forma ativa para a prevenção da doença, evitando a proliferação e o contágio de trabalhadores. 

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